sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Revista publica edição em comemoração ao Ano Internacional da Astronomia.


Está no ar a 13ª edição da revista eletrônica ClickCiência, produzida pelo Laboratório Aberto de Interatividade para a Disseminação do Conhecimento Científico e Tecnológico (LAbI) da UFSCar.
Quatrocentos anos depois das primeiras descobertas astronômicas realizadas por Galileu Galilei, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que 2009 será o ano para o mundo relembrar a importância da Astronomia para o desenvolvimento das ciências.
Responsável pela origem de campos inteiros da Física e da Matemática, a Astronomia colaborou com conceitos bases para a astronáutica, para a análise espectral da luz, para a fusão nuclear e para a procura de partículas elementares, além de ter sido essencial na organização do tempo e do espaço estudados pelo homem. Nesta edição, a Revista ClickCiência traz informações sobre as atividades que a Rede IYA 2009 (Internacional Year of Astronomy) está preparando para a comemoração que se estenderá durante todo o ano, nos quatro cantos do mundo. Além disso, as reportagens contemplam desde os caminhos a serem seguidos por aqueles que sonham com a carreira de astrônomo, até um histórico sobre a construção do conhecimento na área e dicas para quem quer observar o céu com qualidade.
Na seção Entrevistas, a professora Jane Gregório-Hetem, do Instituto de Astronomia e Geofísica da Universidade de São Paulo (USP) fala sobre o atual cenário e as perspectivas da Astronomia no Brasil. Para os brasileiros, a celebração tem um gosto especial já que o principal evento do IYA 2009 acontecerá no país: a Assembléia Geral da Associação Internacional de Astronomia. A escolha do Brasil para sediar a assembléia representa o destaque que a comunidade nacional de astrônomos vem ganhando no cenário mundial nos últimos anos e a relevância das pesquisas que estão sendo realizadas no Brasil.
(Assessoria de Comunicação da UFSCar)

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Mais de 25 mil teses digitais.

Cerca de 85% das teses defendidas na Unicamp foram digitalizadas e integradas no Sistema de Bibliotecas da universidade. Trabalho deve ser concluído neste semestre.

Do total de teses defendidas na Universidade Estadual de Campinas, cerca de 85% (ou 25.220) já foram digitalizadas e integradas no Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU).
A previsão é que a digitalização de todo o conteúdo seja concluída neste primeiro semestre.
Segundo o diretor da Biblioteca Central Cesar Lattes, Luiz Atílio Vicentini, faltam cerca de 5 mil teses para serem inseridas, anteriores a 2005, quando passaram a ser recebidas em arquivo eletrônico pela internet. No período de férias, 600 teses foram digitalizadas, tarefa cumprida por sete bolsistas e coordenado pelas bibliotecárias Regina Vicentini e Daniele Thiago Ferreira.
O projeto de digitalização iniciou em 2001, tornando em pouco tempo a Unicamp a instituição com o maior conteúdo de acesso público na América Latina. O Instituto de Física Gleb Wataghin foi a primeira unidade a ter 100% de suas teses digitalizadas. Outras unidades que chegaram à totalidade foram o Instituto de Química, o Instituto de Biologia, a Faculdade de Educação, a Faculdade de Engenharia Agrícola e o Instituto de Geociências.
De acordo com Vicentini, depois que as teses estiverem totalmente digitalizadas, dois desafios deverão ser perseguidos. Primeiro, será promover uma revisão do software em uso. Segundo, trabalhar com a possibilidade de incluir outros documentos.
A maioria das universidades brasileiras tem algum tipo de projeto para teses digitalizadas, porém o que permitiu à Unicamp se destacar foi a dinâmica que procurou imprimiu a essa atividade, além do compromisso de ver o trabalho sendo executado.
“Uma iniciativa do SBU agora será divulgar quem são as pessoas que realizam os downloads, os seus endereços eletrônicos e de onde são. Em uma próxima etapa serão mostrados gráficos sobre a utilização desse serviço e o número de downloads de todas as teses, bem como dos países que as acessaram”, explicou Vicentini.
As teses digitais da Unicamp tiveram 6,5 milhões de visitas em 2008, com aumento de 85% em relação ao ano anterior. Desde 2004, foram 14,4 milhões de visitas, com 3,4 milhões de downloads.
Biblioteca Digital da Unicamp: http://libdigi.unicamp.br
(Agência Fapesp, 23/01)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Preciosidades na web.


Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais da USP disponibiliza para pesquisadores e público em geral o conteúdo integral de títulos existentes nas diversas bibliotecas da universidade.
A Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais da Universidade de São Paulo (USP) acaba de disponibilizar, para consulta livre na internet, algumas das principais obras do acervo da universidade, que inclui livros anteriores à sua fundação.
A iniciativa, mantida pelo Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP, tem o objetivo de colocar preciosidades, algumas dos séculos 15 e 16, à disposição de um público mais amplo sem, por outro lado, danificá-las pelo manuseio.
Trata-se ainda, segundo os organizadores, de ampliar e democratizar o acesso, fazendo com que o pesquisador não tenha que se deslocar nem marcar a consulta para conhecer as publicações, atendendo ainda àqueles que, por curiosidade intelectual, também buscam esse tipo de material.
Desde o fim da década de 1980, preocupado com a preservação desse material, o SIBi já desenvolvia projetos, alguns deles com apoio da Fapesp, para identificar e tratar tecnicamente as obras, ou seja, catalogá-las e conservá-las.
Para a Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais, inicialmente foram selecionados 38 livros em várias áreas do conhecimento, obedecendo aos critérios de antiguidade, valor histórico e inexistência de novas impressões ou edições do título.
Alguns livros foram digitalizados integralmente e estão disponíveis para consulta ou impressão para uso não comercial, enquanto outros tiveram apenas suas capas digitalizadas.
Entre os títulos está o Liber Chronicarum, uma história do mundo escrita em 1493, ricamente ilustrada e colorida à mão, com texto em gótico e notas manuscritas, além de Ordenações de Dom Manuel, de 1539, livro que traz em sua primeira folha uma xilogravura representando as armas portuguesas.
Mais informações: http://www.obrasraras.usp.br
(Agência Fapesp, 22/01)

O Futuro da Música Depois da Morte do CD.

O Futuro da Música Depois da Morte do CD é um livro-coletânea on-line que pode ser baixado da Internet. Sua licença é Creative Commons. A cópia é completamente liberada para uso não-comercial. O livro editado e disponibilizado em PDF ficará no site http://www.futurodamusica.com.br, a partir do dia 22 de janeiro.

O debate sobre o impacto das redes digitais na criação, produção e distribuição da música não é novo. Entretanto, poucos livros brasileiros reuniram diversos olhares de diferentes áreas do conhecimento para analisar a atual realidade musical. Navegando no mar revolto da digitalização em oceanos da propriedade intelectual, a coletânea discute as mudanças históricas no perfil e no papel dos músicos, compositores e intérpretes. Mixando o discurso acadêmico com os argumentos de quem vive de música no dia-a-dia, a coletânea O Futuro da Música Depois da Morte do CD é extremamente polêmica e útil nos debates sobre a reformulação da lei de copyright, para a formulação de políticas de incentivo à criação artística e à manutenção da diversidade cultural.

Biblioteconomia na Wikiversidade.

A Wikiversidade é um projeto que propõe a criação e uso de materiais de aprendizagem de forma livre. O objetivo principal deste projeto é proporcionar um ambiente de aprendizagem e pesquisa, onde qualquer pessoa pode participar no processo educativo criando, desenvolvendo e aprendendo com o conteúdo disponibilizado.
Saiba mais, entre em: http://bsf.org.br/2009/01/18/biblioteconomia-na-wikiversidade/

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

ABL lança dicionário e põe fim a dúvidas do Acordo.


Nova edição traz grafia definitiva de palavras, diz a Academia Brasileira de Letras.
As principais indefinições que o dicionário esclarece são em relação ao uso do hífen, em prefixos não especificados no Acordo.
Luisa Alcantara e Silva e Fábio Takahashi escrevem para a “Folha de SP”:
"Re-editar" ou "reeditar"? "Coabitar" ou "co-habitar"? As principais dúvidas que o texto do Acordo Ortográfico, em vigor desde o dia 1º, havia deixado foram esclarecidas pela publicação da segunda edição do dicionário da ABL (Academia Brasileira de Letras), que começou a ser distribuído ontem nas livrarias. O "Dicionário Escolar da Língua Portuguesa", editado pela Companhia Editora Nacional, tem 1.311 páginas e cerca de 33 mil verbetes. "O que está no dicionário vai ser adotado pelo Volp ["Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa"], diz Evanildo Bechara, membro da ABL e da comissão de língua portuguesa do Ministério da Educação que trata do Acordo.
Volp é o documento que registra a grafia oficial das palavras. A nova versão, com cerca de 370 mil palavras da língua portuguesa, será publicada até o início de março.
Hífen
As principais dúvidas que o dicionário esclarece são em relação ao uso do hífen. De acordo com Bechara, o Acordo não tratava dos prefixos "re", "pre" e "pro" por "esquecimento".
Palavras com esses prefixos, segundo o novo dicionário, devem ser grafadas sem hífen, como "reeditar" e "preencher" - e não "re-editar" e "pre-encher", como interpretaram alguns estudiosos no Acordo.
Embora o Acordo tenha sido assinado por todos os países lusófonos - menos Timor Leste, que deve assiná-lo brevemente -, a ABL afirma que as palavras que geraram dúvidas não foram discutidas com as outras nações. Mas estão valendo no Brasil assim mesmo.
"O Acordo diz que duas vogais têm que estar separadas por hífen, mas se esqueceu do [prefixo] "re". Teria que estar separado, mas isso se choca com a tradição lexicográfica, tanto em dicionários brasileiros como em portugueses", diz Bechara. "Se o Acordo quisesse contrariar essa tradição, teria sido explícito, o que não ocorreu. Logo, a conclusão é a de que houve um esquecimento." A tradição é um dos princípios do Acordo, segundo a ABL.
O quarto e último princípio geral afirma que o Acordo deve: "Preservar a tradição ortográfica refletida nos formulários e vocabulários oficiais anteriores, quando das omissões do texto do Acordo". "O texto do Acordo é curto, não ia abranger as mais de 300 mil palavras que há no Volp", afirma Bechara.
Outra dúvida que o dicionário esclarece é a grafia da palavra "abrupto". O dicionário diz: ""Ab-rupto" é preferível a "abrupto'" - ou seja, as duas formas são consideradas corretas, mas o ideal é usar a hifenizada. Para Bechara, ""ab-rupto" não deve causar estranhamento". As escolas devem priorizar a forma com hífen, disse. Outro ponto questionável do Acordo que o dicionário esclarece é o caso da acentuação em palavras como "destróier". "O Acordo diz que paroxítonas com ditongos abertos, como "ei" e "oi", perdem o acento. É uma regra específica, mas esqueceu que tem paroxítonas com esses ditongos que terminam em "r", que são obrigatoriamente acentuadas. Como "destróier". Essa regra se choca com a regra específica, mas, entre a regra específica e a geral, ficamos com a geral. Então, o acento continua nessas palavras."
Mas ainda há um ponto que causa confusão: "co-herdeiro" ficou grafada como "coerdeiro" no dicionário, embora no Acordo a indicação fosse para escrever "co-herdeiro". A Folha tentou falar com a ABL ontem à noite, mas ninguém foi localizado para comentar o caso.
Segunda edição
Os interessados em consultar o dicionário devem ficar bastante atentos: os verbetes considerados corretos e esclarecedores aparecem apenas na segunda edição da obra. A primeira, com 15 mil exemplares - já vendidos -, foi publicada com verbetes errados. O problema é que não há na capa selo ou identificação que diferencie as edições - isso ocorre apenas na primeira página, onde está escrito "2ª edição". Quem comprou a primeira edição deve encontrar a partir de hoje os verbetes que saíram incorretos corrigidos no site da empresa (www.editoranacional.com.br).
Caso não esteja no ar, o consumidor pode entrar em contato pelo telefone 0/xx/11/2799-7799 ou pelo e-mail (atendimento@editoranacional.com.br).
(Folha de SP, 14/1)

Journal of the Brazilian Chemical Society (JBCS) completa 20 anos.

Publicação é editada pela Sociedade Brasileira de Química.
O editorial do primeiro número do JBSC em 2009 celebra os 20 anos da revista com um retrospecto dos primeiros desafios e as transformações sofridas pela publicação.
De acordo com o texto, a revista completa duas décadas com fator de impacto (FI) igual a 1,539, “o que coloca o JBCS como a principal revista científica da América Latina e Caribe”.
A publicação, em inglês, reúne artigos originais e contribuições para o conhecimento da química. Está disponível na internet no endereço http://jbcs.sbq.org.br/Leia a íntegra do editorial, assinado por Jailson B. de Andrade, professor da UFBA e um dos editores do JBSC no seguinte link: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=61067

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Unifesp lança Biblioteca Virtual.

Ferramenta permite acesso livre à produção acadêmica dos cinco campi da universidade, indexada nas principais fontes de informação científicas nacionais e internacionais.
A Biblioteca Virtual da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), criada nos mesmos moldes da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), já está disponível para acesso livre. Em comemoração aos 75 anos da Unifesp, a iniciativa tem o objetivo de fortalecer e ampliar a visibilidade da universidade com a publicação na internet de trabalhos científicos de seus cinco campi, indexados nas principais fontes de informação científicas nacionais e internacionais, entre as quais SciELO (Bireme/Fapesp), Lilacs, Biblioteca Cochrane e Medline.
Além da produção da instituição publicada dentro e fora do país, os interessados têm acesso ao diretório dos pesquisadores, anúncio de eventos científicos e acesso às teses e dissertações defendidas e registradas pela Biblioteca Central da instituição, além de conferir fatos importantes que marcaram a trajetória da instituição.
O portal tem uma linha do tempo registrando os principais acontecimentos históricos e um espaço de colaboração on-line, que promove o intercâmbio de conhecimentos com a publicação de notícias, registro de opiniões e promoção de discussões por meio de fóruns que permitem a interação entre alunos, professores e pesquisadores.
O desenvolvimento da Biblioteca Virtual da Unifesp é assistido por um comitê consultivo, formado por professores de todos os campi da universidade. O comitê é responsável pela qualidade da biblioteca e pela aplicação de critérios de seleção de conteúdos, linhas de ação prioritárias, discussão e aprovação de projetos, assim como avaliação do seu crescimento, uso e impacto. Segundo os responsáveis, a biblioteca contará com avaliações constantes por meio de indicadores on-line sobre os acessos realizados, as fontes mais consultadas, os volumes de dados registrados e a opinião dos usuários.

Dia Nacional da Leitura.


O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, acaba de sancionar a Lei nº 11.889 de 2008, que institui o Dia Nacional da Leitura e a Semana Nacional da Leitura e da Literatura. O texto foi publicado na edição do dia 9 de janeiro de 2009 do Diário Oficial da União.

De acordo com a lei, o Dia Nacional da Leitura será comemorado em 12 de outubro. Já a Semana Nacional da Leitura e da Literatura será aquela em que recair o Dia Nacional da Leitura. Os dois marcos serão celebrados em todo o território nacional.

O texto é resultado do Projeto de Lei do Senado (PLS) 539/07, de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT/DF). De acordo com ele, a proposição visa valorizar e fomentar a convivência da sociedade brasileira com a produção literária do país por intermédio da inserção no calendário brasileiro de uma semana especialmente dedicada à literatura e, como desdobramento natural, de um dia devotado à leitura.

O texto completo da nova lei pode ser acessado no URL:
Fonte: blog: http://a-informacao.blogspot.com/

Google coloca na web tesouros da literatura.


Acordo com editoras permite a internautas o acesso a um grande número de obras.

Ben Zimmer, produtor-executivo de um website e software de prateleira chamado Visual Thesaurus, procurava o mais antigo uso da frase "you're not the boss of me". Usando um banco de dados de jornal, ele encontrou uma referência de 1953.

Mas enquanto usava o site de busca de livros do Google recentemente, encontrou a frase num conto inserido em "The Church", um periódico publicado em 1883 e escaneado da Bodlein Library da Universidade de Oxford.

Desde que o Google começou a escanear, há quatro anos, livros impressos, os acadêmicos e outros com interesses especializados têm sido capazes de explorar um tesouro de informações estava confinado nas prateleiras de bibliotecas e nas livrarias de obras antigas.

Segundo Dan Clancy, diretor de engenharia do site de busca de livros do Google, todos os meses os usuários lêem nada menos que 10 páginas de mais da metade dos um milhão de livros usados que a empresa escaneou para dentro de seus servidores.

O site de busca de livros da Google "permite consultar obras que seriam muito difíceis de consultar de outro modo", disse Zimmer, cujo site é vusialthesaurus.com.

Leia a reportagem na íntegra em:
http://pdf.investnews.com.br/pdf/gzm/jornal/2009/01/20090109-C.pdf

A revista Linguagem apresenta seu número especial sobre o Acordo Ortográfico.

Confira em http://www.letras.ufscar.br/linguasagem/edicao04/ os seguintes artigos da Edição Especial de fim de ano da revista Linguagem:

O acordo ortográfico: uma questão de política lingüística, José Luiz Fiorin (USP)

Um panorama da evolução do registro da língua portuguesa, Elis de Almeida Cardoso (USP)

Vamos estar considerando sobre o gerundismo, Sírio Possenti (UNICAMP)

Línguas misturadas: para além do bem e do mal, Maria Inês Pagliarini Cox (UNIC/UFMT)

Infância e memória em Carlos Drummond de Andrade, Luciano Marcos Dias Cavalcanti.

Impacto dos líderes.


Professor da Unesp desenvolve metodologia para avaliar comunidades científicas e a liderança de seus membros com base no quanto o pesquisador influencia e é influenciado por seus pares.
Thiago Romero escreve para a “Agência Fapesp”:
Uma nova metodologia para avaliar o vigor de comunidades científicas e a liderança de seus membros que considera não apenas o número de citações recebidas por um pesquisador, mas também a quantidade de referências por ele utilizadas, foi criada pelo professor George Emanuel Matsas, do Instituto de Física Teórica da Universidade Estadual Paulista (Unesp). O método, denominado Fator de Impacto Normalizado, ou NIF (Normalized Impact Factor, na sigla em inglês), pretende avançar o tradicional índice h (h-index), criado em 2005 pelo físico norte-americano Jorge Hirsch com o objetivo de quantificar a produtividade e o impacto de cientistas com base nos artigos mais citados.

Europeana, a biblioteca digital europeia está de volta.

Após quadriplicar a capacidade do servidor, a Europeana já está online. O projecto europeu junta obras de mais de mil instituições.

No total, são mais de dois milhões de livros, quadros e músicas num único site digital.
A Europeana esteve online apenas um dia, não aguentando a enorme afluência dos utilizadores (mais de dez milhões de cliques por hora). Hoje, os responsáveis pelo projecto dizem que a biblioteca está “no ar”, após «temos quadriplicado a capacidade do servidor», afirma Martin Selmayr, da Comissão Europeia.

Fonte: http://exameinformatica.clix.pt/noticias/mercados/1001331.html