O Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) conta, atualmente, com 13 mil periódicos e deve chegar até dezembro a um total de 15 mil.
A previsão de aumento foi apresentada pelo presidente da Capes, Jorge Guimarães, na terça-feira, 14, durante conferência realizada na 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada em Manaus desde o dia 12. O evento segue até sexta-feira, 17.
Hoje, 250 universidades possuem acesso total ao portal. Por dia são contabilizados 165 mil acessos. Todas as áreas do conhecimento são contempladas com o portal, sendo 41% de humanidades.
Entre as novidades que estão em estudo para implementação pela Capes no portal está a Enciclopédia Britânica, em português, com conteúdo que compreende até a 4ª série do ensino fundamental. A proposta é que o acesso a este conteúdo seja disponibilizado em todas as escolas públicas do país.
Há ainda proposta, também estudo, de disponibilizar um curso de inglês online. O objetivo é auxiliar a qualificação de bolsistas, e até os não bolsistas, que têm acesso ao portal na melhoria do entendimento e da fluência no idioma. O sistema permitirá o monitoramento online do aluno de forma interativa.
Fonte: Portal da Andifes
Data: 23/07/2009
Materia completa: http://www.andifes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1997&Itemid=37
quinta-feira, 23 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
“Quantidade de patentes deve ser inversamente proporcional à produção científica”, afirma pesquisador do INPI
Para Alexandre Vasconcellos, que participou de mesa-redonda nesta quinta-feira na 61ª Reunião Anual da SBPC, custos associados a patentes concedidas podem fazer o pesquisador gastar dinheiro para manter algo não necessariamente vantajoso.
Daniela Amorim escreve de Manaus para o “JC e-mail”:
Os Estados Unidos têm 300 mil patentes por ano de produtos que podem ser produzidos e vendidos no Brasil sem que a lei seja infringida. A afirmação é de Alexandre Guimarães Vasconcellos, pesquisador do INPI, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial.
Como a patente tem alcance regional, a maioria das que são registradas anualmente em território americano fica descoberta em solo brasileiro.“O USPTO (United States Patent and Trademark Office), dos Estados Unidos, recebe cerca de 340 mil patentes por ano, enquanto que o INPI, responsável pelo patenteamento no Brasil, recebe apenas 15 mil pedidos estrangeiros”, disse Alexandre. “Então existem 300 mil patentes, a maioria de informações riquíssimas, de produtos que podem ser copiados e comercializados aqui sem que isso seja algo ilegal. Você não pode patentear uma idéia de outra pessoa aqui, claro. Mas pode usar essas informações descritas nas patentes, que são públicas, para a produção e a pesquisa”.
O patenteamento de fármacos também foi discutido na mesa-redonda durante a 61ª Reunião Anual da SBPC, em Manaus, que reuniu ainda Eliezer Barreiro, do Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas da Faculdade de Farmácia da UFRJ, e Sérgio Carvalho, diretor de articulação do INPI.
Alexandre Vasconcellos explicou que o medicamento genérico entra no mercado quando a patente expira ou quando aquela molécula não tem patente no mercado. A molécula natural isolada é considerada parte do ser vivo e, portanto, não pode ser patenteada. O processo tecnológico usado para isolar a molécula é que é patenteado.
“Nos Estados Unidos eles têm uma expressão que diz: patente boa é patente que passou pela Corte. A empresa conquista uma patente, o concorrente não se conforma e vai à justiça para tentar derrubá-la”, contou o pesquisador do INPI.
Em caso de uma emergência de saúde, mesmo que uma empresa farmacêutica detenha uma patente, o país tem o direito de comprar por preços menores ou mandar produzir remédios patenteados na quantidade necessária para atender à sua população. Mas a patente não é quebrada e o governo paga ao detentor da patente pelo licenciamento.
“A quebra da patente não existe. O que existe é o licenciamento compulsório. Se há um caso de saúde pública, o governo tem direito a fazer o licenciamento compulsório de uma determinada patente. Porque o direito à vida é mais importante que o direito à propriedade. Então o governo negocia primeiro com a empresa farmacêutica, diz que precisa de determinada quantidade de medicamento e pode pagar tal preço. Se a companhia farmacêutica diz que não pode produzir essa quantidade a esse preço, o governo avisa que vai abrir para que outro laboratório possa fazer a quantidade necessária a um custo menor, mas vai pagar a quantia tal ao detentor dos direitos pelo licenciamento compulsório”, explicou Vasconcellos.
“Mas isso que sai na imprensa que o governo brasileiro está pirateando medicamentos não é verdadeiro. O licenciamento compulsório está previsto na legislação brasileira, assim como está previsto também na legislação dos Estados Unidos, para que eles usem quando necessário”.
Alexandre ressaltou que há um mito de que acumular patentes seja rentável ou prestigioso. Segundo o pesquisador do INPI, muita gente pensa que um cientista de prestígio deve acumular tantas patentes quanto artigos científicos publicados. “A quantidade de patentes para o pesquisador deve ser inversamente proporcional à sua produção científica. Porque um pesquisador deve publicar o máximo que puder, deve ter a maior produção de artigos possível. Enquanto que os custos associados a patentes concedidas podem fazer o pesquisador gastar dinheiro para manter algo não necessariamente vantajoso. Às vezes é um processo tecnológico que já está ultrapassado, obsoleto. Então é gastar para manter um vaso na parede”, afirmou o pesquisador.
“Vender conhecimento é uma das coisas mais complicadas do mundo. Você vai até a empresa e diz, olha, eu descobri um meio de fazer diamante. E o empresário: legal, mas eu não vou comprar porque não sei se funciona mesmo. Você responde: funciona sim, o mecanismo é esse e esse. E ele diz: mas agora eu já sei como funciona então não vou comprar”.
O professor Eliezer Barreiro, do Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas da Faculdade de Farmácia da UFRJ, acha que a patente de fármacos tem que ser mais cuidadosa e diferenciada de outras áreas por se tratar de interesse de saúde.
“Eu posso ir daqui da Universidade ao centro da cidade de Mitsubishi ou de bicicleta, dependendo do meu poder aquisitivo. Mas eu vou chegar ao centro de qualquer jeito. Com o fármaco não é assim. Ou eu uso aquele ou eu morro”, expôs o professor da UFRJ.
Eliezer Barreiro afirmou que há urgência que o governo brasileiro invista na produção de fármacos em território nacional, para que não dependa apenas das exportações.
“Nós compramos fármacos da Índia, China, Singapura. Os fármacos atravessam o oceano de navio até o Porto de Santos. De lá são levados para Goiás, onde são transformados em medicamentos. Aí é que os medicamentos voltam a São Paulo, Rio de Janeiro e as outras cidades brasileiras. Um país que forma dez mil doutores por ano, sendo 500 em Química, que é a área de fármacos, tem o dever de reverter essa situação”, ressaltou o professor da UFRJ. “Fármacos falam vários idiomas, mas não falam português. No entanto, a gasolina da Fórmula 1 fala português. Então tem algo errado nesse reino”.
De acordo com o Eliezer, o mercado brasileiro é suficientemente atraente, só precisa de incentivos.“Empresas farmacêuticas colocaram laboratórios inovadores em Cingapura. Claro, na Ásia tem muito mais cabeças consumidoras do que aqui. Mas o Brasil não é de se jogar fora. É o maior mercado de cabeças da América Latina, pelo menos ao sul do Equador”, encerrou.
Fonte: JC e-mail 3807, de 17 de Julho de 2009.
Fonte: JC e-mail 3807, de 17 de Julho de 2009.
Editoras debatem impacto de livros em versão eletrônica.
Os fãs do escritor Dan Brown esperaram seis longos anos por The Lost Symbol, a continuação do fenomenal sucesso de vendas O Código da Vinci, e agora o lançamento do livro em versão capa dura está marcado para o dia 15 de setembro.
Mas a editora ainda precisa decidir uma questão: os consumidores que preferirem ler o novo romance em versão eletrônica terão de esperar ainda mais?
Trata-se de uma questão que a editora de Brown, o Knopf Doubleday Publishing Group, ainda está considerando, enquanto planeja o lançamento do trabalho que espera venha a ser uma sensação em termos de vendas. Mas Suzanne Herz, porta-voz da Knopf Doubleday, informa apenas que a companhia ainda não chegou a uma decisão sobre quando será lançada a versão eletrônica da obra.
Há outras editoras trabalhando para preparar seus cronogramas de lançamentos na temporada editorial de final de ano. A Twelve, uma divisão do grupo Grand Central Publishing, afirmou que ainda não definiu a data para o lançamento da versão em livro eletrônico de True Compass, as memórias do senador Edward Kennedy, que chega às livrarias em versão capa dura no dia 9 de outubro. A Twelve anunciou uma primeira tiragem de 1,5 milhão de cópias para o trabalho.
Não existe tópico debatido de maneira mais acalorada nos círculos editorais norte-americanos, no momento, do que as datas de lançamento, a fixação de preços e o impacto mais amplo dos livros eletrônicos sobre a situação financeira das editoras e do varejo de livros. As editoras vêm enfrentando dificuldades para determinar as datas de lançamento de versões eletrônicas de seus títulos, em parte porque ainda estão tentando descobrir de que maneira as edições digitais afetam a demanda pelas versões em capa dura de um livro. Um título em capa dura tipicamente é vendido por entre US$ 25 e US$ 35, enquanto o preço mais comum para um livro eletrônico terminou rapidamente por se fixar em US$ 9,99.
Leia a reportagem de Motoko Rich e Brad Stone em:
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Papel sem celulose.
Em Curitiba, prefeitura testa novo tipo de papel, feito com bagaço de cana. Custo é menor que o do papel convencional.
A Prefeitura de Curitiba está testando um novo tipo de papel ecológico no material de expediente como alternativa ao uso do papel convencional feito com celulose. Sem usar árvores na fabricação, o papel ecológico é feito com bagaço de cana-de-açúcar. Além de ecologicamente vantajoso, o papel sem árvores é ainda mais barato que o convencional. A substituição do papel convencional pelo papel ecológico está sendo feita gradativamente dentro da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, que há cerca de dois anos vem incorporando alternativas sustentáveis nos materiais internos. Primeiro foram blocos de anotações, depois envelopes, cartões de visita e até formulários de processos administrativos já constam no material da Secretaria.
"A medida que o material velho acaba, os novos pedidos de compra são feitos para papel ecológico", diz o superintende de Controle Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente, Mário Sérgio Rasera.
A compra do papel ecológico é feita por meio de pregão eletrônico. O custo da resma do novo material custa em média 25% menos que o convencional. Com os envelopes, a economia é maior ainda. Um maço de envelope ecológico chega a custar R$ 2,09 enquanto a mesma quantidade do convencional custa até R$ 7,50.
"Para o setor público a economia é importante, assim como valorizar alternativas tecnológicas que deixem de pressionar os recursos naturais. Se aparecer outros tipos de materiais como esse, eles serão avaliados também", destaca Rasera. A qualidade do papel ecológico é similar a do convencional.
O bagaço de cana-de-açúcar é um resíduo agrícola usado como matéria prima para fabricação de papel. A nova tecnologia reaproveita de forma nobre o bagaço da cana que seria descartado como lixo agrícola depois de ser moído.
Fonte: Prefeitura Municipal de Curitiba
Publicado em: 15/07/2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
IBGE lança 1º banco de dados digital sobre relevo da Amazônia Legal.
Banco disponibiliza gratuitamente, via internet, informações sobre os tipos de relevo encontrados na região, compatíveis com a escala de 1:250.000 (em que 1 cm no mapa equivale a 2,5 km no terreno), com recortes regional e estaduais.
A Amazônia Legal não é uma área predominantemente plana. A planície Amazônica cobre apenas 7% dos cerca de cinco milhões de quilômetros quadrados que constituem a região, enquanto 73,78% do território são formados por um relevo visivelmente irregular. Dentro da área coberta por esses tipos de paisagens, 16,26% (ou 12% do total da região) apresentam um relevo acidentado, portanto mais vulnerável à erosão, principalmente quando há desmatamento.
Informações como essas podem ser produzidas a partir do Banco de Dados Digital de Geomorfologia da Amazônia Legal, lançado nesta segunda-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O banco disponibiliza gratuitamente, via internet, informações sobre os tipos de relevo encontrados na região, compatíveis com a escala de 1:250.000 (em que 1 cm no mapa equivale a 2,5 km no terreno), com recortes regional e estaduais.
As informações sobre relevo juntam-se às de vegetação, disponibilizadas pelo IBGE em 2008, e às de solo e geologia, que devem ser adicionadas ao banco de dados em 2010. Todas elas são geradas a partir do trabalho de mapeamento sistemático do instituto, além de imagens de satélites, bibliografias atualizadas e estudos realizados por outras instituições, e deverão ser constantemente atualizadas e ampliadas.
A estruturação do banco de dados permite sua manipulação para criação de novos produtos, derivados do cruzamento de informações, que podem contribuir para estudos que visem, entre outros, ao ordenamento territorial da Amazônia Legal, bem como para subsidiar políticas públicas voltadas para a região.
O Banco de Dados Digital de Geomorfologia da Amazônia Legal está no site do IBGE, www.ibge.gov.br , na seção “Download”, área de “Geociências”. Os arquivos estão no formato shape file (em vetores), que permite ao usuário manipular os dados, mas demanda softwares específicos para ser lido.
O banco de dados mostra que as formas de relevo predominantes na Amazônia Legal são as de dissecação, termo técnico para formações visivelmente irregulares, como colinas, morros, cristas e tabuleiros, que ocupam 73,78% dos cerca de cinco milhões de quilômetros quadrados que constituem aquela região.
Os relevos planos (aplanamentos) representam 13% do território, os de dissolução (relevos em rochas calcáreas) ocupam 0,08% do total da área, enquanto as planícies sujeitas a inundações temporárias (chamadas de acumulações) estão em 13,14% da região, sendo quase metade disso (7% do total) representado pela Planície Amazônica, formada pelos rios Solimões, Amazonas e seus afluentes.
Do território dominado por relevo irregular, 16,26% (ou 12% do total da região, o que equivale a cerca de 600 mil km2), são cobertos por formas acidentadas - mais aguçadas, pouco extensas, e muito inclinadas. Essas áreas são naturalmente mais sujeitas à erosão, e, portanto, mais vulneráveis ao desmatamento, sendo que 3,7% delas já sofreram algum tipo de intervenção humana.
A destruição da cobertura vegetal sobre os solos potencializa sua erosão, o que, por sua vez, contribui para o agravamento das inundações, comuns na região Amazônica, causando enchentes que trazem prejuízos à população. Cerca de 20 milhões de pessoas vivem nos 775 municípios que formam a Amazônia Legal, segundo o Censo Demográfico de 2000.
O Banco de Dados Digital de Geomorfologia da Amazônia Legal contém informações coletadas pelo IBGE em 566 pontos de amostragem de campo, sobre 16 tipos de formas de relevo (como colinas, morros etc.), agrupadas em 162 unidades de relevo (conjuntos de formas que apresentam altitude, fisionomias e origens semelhantes, por exemplo, serras, planaltos, planícies, depressões, chapadas e tabuleiros), reunidas, por sua vez, em 4 domínios morfoestruturais (grandes conjuntos de relevo formados pelo mesmo tipo de rocha, por exemplo, bacias sedimentares).
(Assessoria de Comunicação do IBGE)
Fonte: JC e-mail 3804, de 14 de Julho de 2009
Fonte: JC e-mail 3804, de 14 de Julho de 2009
Ministro da C&T é contra censura para o sistema de currículos Lattes.
SBPC e ABC divulgam nota em defesa da Plataforma Lattes.
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, disse nesta segunda-feira, dia 13, que o governo não pretende estabelecer nenhuma “censura” à base on-line de currículos da Plataforma Lattes, mantida pelo CNPq.
A legitimidade do sistema virou alvo de polêmica após a divulgação de que o currículo da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, incluía informações erradas sobre títulos de mestrado e doutorado.
“Não vamos criar nenhum tipo de censura sobre o sistema Lattes”, afirmou Rezende, em entrevista durante a 61ª Reunião Anual da SBPC. “A responsabilidade sobre as informações é das pessoas que as colocam lá.”
Segundo Rezende, a base de currículos da Plataforma Lattes “é uma conquista do Brasil” e tem despertado interesse de outros países por um sistema semelhante. “Nenhum país do mundo tem um banco aberto como esse, com mais de 1 milhão de currículos”, defendeu.
SBPC e ABC em manifestação conjunta
Os presidentes da SBPC, Marco Antonio Raupp, e da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Jacob Palis, também se manifestaram contrários à criação de regras de controle mais rígido sobre as informações do sistema Lattes. As duas entidades defendem o aperfeiçoamento da plataforma.
Palis disse que o sistema é “uma grande conquista da comunidade científica nacional” e listou vantagens, como a atualização individual, o que agiliza o processo, e a possibilidade de comparação entre os currículos mesmo por pessoas que não sejam ligadas ao meio científico, como jornalistas em busca de fontes e consultores.
No fim desta segunda-feira, a SBPC e a ABC aproveitaram a Reunião Anual para divulgar manifestação em defesa da Plataforma Lattes. Leia abaixo a íntegra da nota, assinada por Raupp e Palis:
“Em defesa da Plataforma Lattes
A Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) vêm manifestar, publicamente, que fatos isolados não podem comprometer a credibilidade dessa importante conquista que é a Plataforma Lattes.
Trata-se de uma útil ferramenta de interação e uniformização de informações colocada a serviço da sociedade, da comunidade científica e também da imprensa. Nenhum outro país possui um banco de dados semelhante tão representativo. Ao abrigar mais de 1,5 milhão de currículos, a Plataforma tem despertado o interesse de vários países no sentido de adotá-la como modelo.
O Brasil, portanto, não pode retroceder. Ao contrário, deve corrigir eventuais falhas e aperfeiçoar seu uso e acesso. Problemas pontuais apresentam-se como uma oportunidade para fortalecer a Plataforma e torná-la ainda mais confiável. A defesa e a valorização da Plataforma Lattes passam pela adoção de novos mecanismos de controle, sem quaisquer riscos de burocratização ou censura.
Assim, a ABC e a SBPC unem-se em torno da defesa da Plataforma Lattes e conclamam a sociedade e suas instituições a abraçar a causa, consolidando, cada vez mais, esse importante instrumento para a afirmação da comunidade científica brasileira.”
(Com informações da Agência Brasil)
Fonte: JC e-mail 3804, de 14 de Julho de 2009.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) está retomando o desenvolvimento da Global Health Library (GHL) como uma das suas linhas de ação em gestão de conhecimento, de acordo com o marco de trabalho e plano de ação definidos para o período de 2008-2012.A GHL tem como objetivos principais ampliar e fortalecer as capacidades dos países na coleta, organização, publicação, acesso e disseminação da informação científica atualizada e de qualidade. Desta forma, a GHL visa contribuir para dar resposta mais eficiente às necessidades dos sistemas nacionais e regionais de saúde operados com base em informação, conhecimento e evidências científicas atualizadas e contextualizadas.Como parte do processo de fortalecimento da GHL, a OMS está realizando uma avaliação sobre o conceito e o desempenho da GHL. A princípio, a avaliação foi conduzida internamente com a participação das unidades de gestão de conhecimento dos escritórios regionais da OMS. Em seguida, a OMS realiza uma consulta pública entre as comunidades de bibliotecas e informação, como público-alvo principal, para avaliar o desempenho do portal da GHL, identificar prioridades dos usuários atuais e potenciais da GHL.
Fonte: Newsletter BVS 090
Data: 30/06/2009
Materia Completa
Fonte: Newsletter BVS 090
Data: 30/06/2009
Materia Completa
IBGE lança 1º banco de dados digital sobre relevo da Amazônia Legal
Banco disponibiliza gratuitamente, via internet, informações sobre os tipos de relevo encontrados na região, compatíveis com a escala de 1:250.000 (em que 1 cm no mapa equivale a 2,5 km no terreno), com recortes regional e estaduais A Amazônia Legal não é uma área predominantemente plana. A planície Amazônica cobre apenas 7% dos cerca de cinco milhões de quilômetros quadrados que constituem a região, enquanto 73,78% do território são formados por um relevo visivelmente irregular. Dentro da área coberta por esses tipos de paisagens, 16,26% (ou 12% do total da região) apresentam um relevo acidentado, portanto mais vulnerável à erosão, principalmente quando há desmatamento.Informações como essas podem ser produzidas a partir do Banco de Dados Digital de Geomorfologia da Amazônia Legal, lançado nesta segunda-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).O banco disponibiliza gratuitamente, via internet, informações sobre os tipos de relevo encontrados na região, compatíveis com a escala de 1:250.000 (em que 1 cm no mapa equivale a 2,5 km no terreno), com recortes regional e estaduais.As informações sobre relevo juntam-se às de vegetação, disponibilizadas pelo IBGE em 2008, e às de solo e geologia, que devem ser adicionadas ao banco de dados em 2010. Todas elas são geradas a partir do trabalho de mapeamento sistemático do instituto, além de imagens de satélites, bibliografias atualizadas e estudos realizados por outras instituições, e deverão ser constantemente atualizadas e ampliadas.A estruturação do banco de dados permite sua manipulação para criação de novos produtos, derivados do cruzamento de informações, que podem contribuir para estudos que visem, entre outros, ao ordenamento territorial da Amazônia Legal, bem como para subsidiar políticas públicas voltadas para a região.O Banco de Dados Digital de Geomorfologia da Amazônia Legal está no site do IBGE, www.ibge.gov.br, na seção “Download”, área de “Geociências”. Os arquivos estão no formato shape file (em vetores), que permite ao usuário manipular os dados, mas demanda softwares específicos para ser lido.
Fonte: Jornal da Ciência
Data:14/07/2009
Matéria Completa: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=64703
Fonte: Jornal da Ciência
Data:14/07/2009
Matéria Completa: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=64703
terça-feira, 14 de julho de 2009
A confiança na comunidade científica.
É preciso haver maior controle oficial sobre a base de currículos da Plataforma Lattes? Sim.
Roberto Romano, filósofo, é professor titular de ética e filosofia política na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e autor de, entre outras obras, "Moral e Ciência - A Monstruosidade no Século XVIII". Artigo publicado na “Folha de SP”:
O Collège de France, instituído por Francisco 1º no Renascimento, foi planejado como antídoto contra a orgulhosa Sorbonne. Esta, na época, deveria ser chamada, segundo o historiador J. Le Goff, de "a corporação dos queimadores de livros". Nos cursos livres do Collège, os cidadãos encontram alimento para o intelecto sob os auspícios do Estado francês.
Em data recente, ali se realizou um colóquio cujo tema era a autoridade. Dentre as palestras proferidas, é relevante - quando debatemos os abusos nas informações curriculares dos pesquisadores - um título expressivo: "Como justificar a autoridade científica?". Jean Bricmont fornece resposta complexa à questão.
Após analisar os vários campos do saber, ele discute as manipulações que atenuam a confiança do público nos operadores da ciência. É verdade que, "se considerarmos o fato de que a comunidade científica reúne seres humanos, e não anjos, as fraudes ou os erros são pouco frequentes e não deixam de ser denunciados". A desculpa seria eficaz. Mas, diz Bricmont, "o grande público não tem os meios para avaliar a frequência das fraudes ou dos erros, o que gera com certeza uma forte perda de legitimidade".
Da não confiança na autoridade científica, em termos coletivos, segue a fuga dos recursos. Quando governos tentam resolver a carência de verbas sentida pelos pesquisadores, apelam para as empresas nacionais ou transnacionais. Estas últimas não se preocupam em demasia com a autoridade dos cientistas, o que agudiza a desconfiança da opinião pública e da mídia nos procedimentos acadêmicos.
Surgem, afinal, os elos entre ciência e indústria bélica, com frutos que, se considerados fatos recentes ocorridos na África e mesmo na Europa, são muito questionáveis. E conclui Bricmont: "Para ser digna de confiança, a comunidade científica, bem como a que a envolve e financia, deveria seguir regras éticas extremamente estritas. Mas não vemos como elas poderiam ser aceitas ou impostas". (Antoine Compagnon [ed.]: "De L'Autorité", Odile Jacob, 2008).
A Plataforma Lattes procura diminuir o abismo entre a opinião pública, os operadores do Estado e a comunidade científica, além dos setores que "a envolvem e financiam". Equívocos podem ser corrigidos, segundo sua maior ou menor gravidade (se próximos ou distantes da fraude), o que define uma questão técnica e moral. O programa em debate exige que as informações sejam assumidas pelos pesquisadores. Daí não ser possível, nele, usar a retórica canhestra do mundo político: "Eu não sabia".
O rigor maior na correção das "distrações" é tarefa da "accountability", exigência a ser atendida pela comunidade acadêmica, tanto coletiva quanto individualmente. A publicidade oferecida pela Plataforma Lattes tem sido eficaz no reforço da transparência e da autoridade científica. Tanto é verdade que fraudes ou equívocos surgem e são corrigidos. Mas punições severas devem ser aplicadas contra os abusos.
Na mesma linha, são desastrosos os atos sigilosos dos assessores "ad hoc" nas fundações que financiam pesquisas com recursos públicos. Sem revelar o nome de seus autores, pareceres enviesados surgem em todas as áreas do saber e cortam jovens promissores (cuja infelicidade é não pertencer a um grupo dominante nas coordenações das agências) ou derrubam inimigos minoritários nos campi.
É de admirar que o Ministério Público não tenha, até hoje, instaurado procedimentos para corrigir essa anomalia. Numa república, verbas oficiais não podem ser empregadas de maneira secreta. O Senado evidencia os malefícios de sigilos corrosivos, que também desvirtuam as fundações acadêmicas oficiais. Em plano mundial, existe farta bibliografia que demonstra os perigos da avaliação anônima efetivada por colegas (G. Moran: "Silencing Scientists and Scholars in Other Fields", Ablex, 1998).
Alem desses problemas internos da academia, temos no Brasil as ligações perigosas entre pesquisadores e poderosos. Aos intelectuais sobra prestígio, mas faltam votos, disse um filósofo. Políticos bem votados adoram ilustrar seu currículo com títulos acadêmicos. Daí a necessidade da maior prudência nesse particular.
(Folha de SP, 11/7)
Fonte: JC e-mail 3803, de 13 de Julho de 2009.
A cultura do acesso aberto.
É preciso haver maior controle oficial sobre a base de currículos da Plataforma Lattes? Não.
Rogerio Meneghini é coordenador científico do programa SciELO de revistas científicas brasileiras, professor titular aposentado do Instituto de Química da USP e membro da Academia Brasileira de Ciências. Foi presidente da primeira Comissão de Avaliação da USP (1993-1997). Artigo publicado na “Folha de SP”:
Em 1974, durante meu pós-doutorado no departamento de biologia da Universidade Stanford, reunimo-nos Paul Ehrlich, famoso cientista e então chefe do departamento, um escrivão e a secretária para, com dois colegas americanos, assistirmos incrédulos a um cerimonial inusitado pelo qual eu paguei US$ 50 de minha bolsa de US$ 300 mensais.
O escrivão ali estava para comprovar que a assinatura de Ehrlich no documento era autêntica. Este confirmava que Francisco Lara, meu orientador de doutorado na USP e doutor por Stanford, trabalhara como auxiliar de ensino naquele departamento. Lara tinha recorrido ao consulado brasileiro para registrar contagem de tempo dessa atividade para a aposentadoria, mal sabendo que os diplomatas brasileiros também são cartoriais e fazem exigências compatíveis. O documento tinha que ter carimbo de reconhecimento oficial, mesmo o notário não sendo reconhecido no Brasil.
Cinco anos depois, veio o Ministério da Desburocratização, encabeçado por Hélio Beltrão, que, como se antevia, mal conseguiu mexer no sistema cartorial brasileiro. O setor acadêmico, como obriga sua missão, deu um passo à frente do cartorialismo nacional com o CNPq, criando em 1999 a Plataforma Lattes, na qual qualquer cidadão pode registrar, por meio de senha pessoal, um currículo que assinale suas contribuições intelectuais.
Foi um feito insólito mundialmente, permitindo que, em acesso aberto, consultem-se os indícios de competência intelectual de um cidadão. Acesso aberto é uma cultura nova, que se tornou possível devido à internet. Surgiu em 1990 com a Plataforma ArXiv de artigos científicos. Nela, Grigori Perelman, matemático russo, depositou artigo resolvendo o mais intrincado problema de matemática até então (Conjectura de Poincaré), considerado o maior feito científico de 2006 pela revista "Science".
Em 1997 ocorreu outra iniciativa insólita mundialmente: a criação da base SciELO de publicações de revistas científicas brasileiras em acesso aberto na internet, que depois se expandiu para outros 13 países, abrangendo hoje mais de 600 revistas.
A cultura do acesso aberto é fruto da dinâmica da internet. O compartilhamento exponencial de conhecimento não deixa margem a um controle oficial prévio. Os processos de retificação, ampliação e aperfeiçoamento são feitos pelos usuários, como no caso da Wikipédia. Nela, o pouco que se perde em precisão para as enciclopédias clássicas se ganha em abrangência e conteúdo.
A Plataforma Lattes tem hoje mais de 1 milhão de currículos e, diariamente, são feitas dez mil atualizações. Pode-se imaginar o que a cultura brasileira de deixar ao Estado a responsabilidade de verificar a exatidão dos dados significaria em inchamento da máquina burocrática do CNPq e a decorrente subtração de recursos para a pesquisa.
Fraudes ocorrem no mundo acadêmico. Um trabalho científico pode ter um texto contundente, preciso e relevante, mas é difícil avaliar as fraudes de dados. Se esse for o caso, é muito provável que os resultados de outros pesquisadores não reproduzam os achados e conclusões do fraudador.
No currículo Lattes, softwares podem se tornar poderosos para identificar incorreções e fraudes pelo cruzamento de dados dentro do próprio sistema e com relação a outras bases acadêmicas. O CNPq está empenhado nessa direção.
Uma outra iniciativa, mundial, é registrar identificadores de cada documento. O intuito é facilitar buscas e evitar erros nas referências aos documentos. O sistema Lattes já possui links para esses identificadores e para bases de revistas científicas. É, porém, no momento de sua consulta por outrem que percepções de erros e fraudes são mais prováveis, principalmente quando os dados vão ser utilizados para procedimentos de concursos, promoções e admissões.
Nesses casos, olhos experientes detectarão indícios que levarão a consultas de outras bases para apurar a acurácia dos dados. Um currículo forjado pode marcar indelevelmente uma carreira.(Folha de SP, 11/7)
Fonte: JC e-mail 3803, de 13 de Julho de 2009.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Ranking coloca revistas científicas brasileiras em ''risco de extinção''
O espantoso aumento de 56% da produção científica brasileira em 2008 foi proporcionado, em grande parte, pelo aumento no número de revistas nacionais indexadas no Institute for Scientific Information (ISI) - o seleto banco de dados da empresa Thomson Reuters que reúne estatísticas sobre aquelas que são consideradas as melhores revistas científicas do mundo. Fato que foi celebrado como um reconhecimento da qualidade desses periódicos brasileiros no cenário internacional.
Porém, um crescente coro de cientistas tenta chamar a atenção para um fenômeno contrário que estaria ocorrendo no país. Segundo eles, várias revistas científicas brasileiras estão "ameaçadas de extinção" pelos novos critérios de avaliação adotados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para o sistema Qualis, que hierarquiza as publicações de acordo com sua importância nas respectivas áreas do conhecimento.
Fonte: Jornal da Ciência
Data: 06/7/2009
Matéria completa: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=64509
Porém, um crescente coro de cientistas tenta chamar a atenção para um fenômeno contrário que estaria ocorrendo no país. Segundo eles, várias revistas científicas brasileiras estão "ameaçadas de extinção" pelos novos critérios de avaliação adotados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para o sistema Qualis, que hierarquiza as publicações de acordo com sua importância nas respectivas áreas do conhecimento.
Fonte: Jornal da Ciência
Data: 06/7/2009
Matéria completa: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=64509
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Pesquisadores analisam impactos da ciência em acesso aberto no Reino Unido.
Uma pesquisa realizada no Reino Unido aponta resultados positivos ao analisar o efeito e impacto da publicação dos resultados de pesquisa em Acesso Aberto (AA) no processo de comunicação científica e envolvendo os principais atores na área. O relatório foi encomendado pelos Conselhos de Pesquisa do Reino Unido (RCUK), realizado pela SQW Consulting e Loughborough University.
O estudo do RCUK é importante considerando que a publicação de resultados de pesquisa em AA é uma tendência mundial crescente que, como atesta o crescimento de periódicos indexados no portal Directory of Open Access Journals (DOAJ), passou de 27 títulos em 2002 para mais de 4 mil em 2009.
Leia a reportagem na íntegra em:
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Quatro décadas de reflexão.
Fundado por pesquisadores cassados pela ditadura militar, Cebrap comemora 40 anos. Nova geração mantém tradição de análise crítica da realidade brasileira
Fábio de Castro escreve para a “Agência Fapesp”:
Já em 1969, quando foi fundado por um grupo de professores afastados das universidades pela ditadura militar, o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) deu uma contribuição fundamental à pesquisa brasileira, ao impedir que alguns dos principais intelectuais do país buscassem o exílio. Durante as quatro décadas seguintes, a instituição se dedicou à análise da realidade nacional em diversos ramos das ciências humanas.
De acordo com a presidente do Cebrap, Paula Montero, a instituição, que comemora 40 anos em 2009, foi assumida por uma nova geração de pesquisadores, mas manteve o seu compromisso com a reflexão crítica sobre a realidade brasileira e a sua vitalidade intelectual.
Leia a reportagem na íntegra em:
JC e-mail 3797, de 03 de Julho de 2009.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
O mais completo atlas da superfície da Terra une 1,3 milhão de imagens.
Trabalho foi feito pela Nasa e pelo Ministério da Economia do Japão.
O mais completo mapa da topografia da Terra acaba de ser lançado, fruto de uma ação conjunta da Nasa com o Ministério da Economia, Indústria e Comércio do Japão.
Chamado de Global Digital Elevation, o mapa foi criado a partir de 1,3 milhão de imagens individuais e cobre 99% da superfície do planeta. Ele está disponível gratuitamente na internet.
As imagens que deram origem ao mapa foram obtidas pelo Radiômetro de Reflexão e Emissão Termal (Aster, na sigla em inglês), um sofisticado equipamento japonês a bordo do satélite Terra.
Dedicado a missões de monitoramento constante do planeta, o satélite Terra já obteve dados importantes das mais diversas áreas, da proliferação de algas a erupções vulcânicas.
No caso específico, o Aster mapeou a topografia terrestre com intervalos de apenas 30 metros entre cada ponto registrado.— Trata-se do mais completo mapa topográfico digital global já criado no mundo — afirmou Woody Turner, cientista da Nasa que integra a missão Aster. — Este conjunto exclusivo de dados auxiliará usuários e pesquisadores das mais diversas disciplinas que precisem de dados de topografia e informações de terreno.
Os dados podem ajudar, por exemplo, na luta contra incêndios, na conservação dos recursos naturais, no planejamento das cidades, em qualquer área que demande informação geográfica detalhada.
Objetivo é chegar a mapa ainda mais preciso.
Até então, o mais completo mapa topográfico do planeta disponível, também feito pela Nasa, cobria 80% da superfície da Terra. Era menos acurado, sobretudo em áreas mais inóspitas, como relevos escarpados e alguns desertos.
O objetivo da Nasa agora é reunir os dados dos dois mapas para obter uma cartografia global ainda mais completa.
Saiba mais: https://wist.echo.nasa.gov/~wist/api/imswelcome
(O Globo, 2/7)
Fonte: JC e-mail 3796, de 02 de Julho de 2009.
Banco de dados virtual facilita troca de conhecimento entre professores da UAB
A partir de julho, os professores da Universidade Aberta do Brasil (UAB) poderão acessar materiais didáticos produzidos por colegas de todo o país. Um banco de dados virtual vai agregar o conteúdo desenvolvido em cada uma das 74 instituições públicas de ensino superior integrantes da UAB, programa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) que tem o objetivo de formar professores para a educação básica.
Na prática, o banco vai possibilitar que os professores de todas as partes do Brasil, vinculados ao sistema UAB, criem cursos mais completos, com base em diversas metodologias. O recurso pode também reduzir os custos anuais com a elaboração e produção de material novo, uma vez que os existentes podem suprir a demanda.
Fonte: Portal da Capes
Data: 29/06/2009
Matéria Completa: http://www.capes.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/36-noticias/2861-banco-de-dados-virtual-facilita-troca-de-conhecimento-entre-professores
Na prática, o banco vai possibilitar que os professores de todas as partes do Brasil, vinculados ao sistema UAB, criem cursos mais completos, com base em diversas metodologias. O recurso pode também reduzir os custos anuais com a elaboração e produção de material novo, uma vez que os existentes podem suprir a demanda.
Fonte: Portal da Capes
Data: 29/06/2009
Matéria Completa: http://www.capes.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/36-noticias/2861-banco-de-dados-virtual-facilita-troca-de-conhecimento-entre-professores
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