Terceira geração de aparelho chegou ao mercado no final de agosto.
Empresa teve recorde histórico de encomendas em 28 de novembro.
| Divulgação/UniRio |
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| O portal apresenta cerca de 300 museus do estado, mostrando suas relações com a localidade e os pontos de interesse de cada região |
| Divulgação/UniRio |
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| O Museu de Arte Contemporânea (MAC), em Niterói, foi um dos museus visitados pela equipe de pesquisa da professora Regina |
| Divulgação/UniRio |
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| O Museu Casa da Hera, na região sul de Vassouras, é testemunho da riqueza e da prosperidade dos barões do café. |
Palestra proferida pelo professor Murilo Cunha por ocasião da abertura do último Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias.
Este trabalho aborda os principais desafios que estão sendo enfrentados pelas bibliotecas universitárias brasileiras. São desafios complexos que exigem muita atenção por parte dos gestores das bibliotecas para poderem atravessar uma verdadeira encruzilhada. Inicialmente, é analisado o contexto do ensino superior no Brasil, o crescimento no número de instituições de ensino superior e do alunado nos níveis de graduação e de pós-graduação. Em seguida são vistos a missão da biblioteca universitária; o acervo, enfatizando as conseqüências da introdução do livro eletrônico e o surgimento de um novo acervo ligado à dados científicos (e-science); o espaço físico da biblioteca; os produtos e serviços, enfatizando a referência digital, o repositório eletrônico; as inovações e tecnologias que afetam a unidade de informação e, por último, a importância da cooperação bibliotecária como elemento facilitador para a absorção dessas mudanças.
O artigo pode ser acessado no URL mencionado abaixo
O comprador do livro na Sotheby's foi um marchand londrino; há apenas 11 exemplares de 'Birds of America' em mãos particulares (Foto: Reuters)
O Google lançou oficialmente nesta segunda-feira (6) sua loja de livros eletrônicos, a Google eBookstore. São mais de 3 milhões de obras gratuitas já disponíveis aos usuários, além das pagas. A loja é compatível com navegadores de internet convencionais e com aparelhos Android, iPhone, iPad e iPad touch, além dos e-readers da Sony e o Nook.
Assim, é possível usar diversos aparelhos para ler os livros. "Desenhamos o Google eBooks para que ser aberto. A maioria dos dispositivos com navegador moderno é compatível com Google eBooks, desde portáteis a netbooks, de tablets a smartphones", comentou no blog da companhia Abraham Murray, chefe do departamento Google Books. Google eBooks conta com um leitor no site de livros digitais e oferece o acesso a maior livraria existente na rede que combina exemplares digitalizados pelo Google desde 2004 junto de "centenas de milhares" de obras à venda.
Além do acesso pelo endereço da internet, o Google anunciou que sua livraria contará com aplicações específicas para Android e Apple, o que "tornará possível comprar e ler pelo mesmo aplicativo". "Muitos livros oferecerão a opção de selecionar o tipo de letra, tamanho, modo de leitura para dia e noite e o entrelinhas", disse Murray. Google eBooks memorizará a página na qual parou de ler e voltará a ela quando o usuário volte a se conectar, sem importar o dispositivo a partir do qual o faça.
LIVROS
O Google fez uma parceria com editoras e autoras para colocar os livros à disposição dos usuários. Estão na loja bestsellers e clássicos, o que inclui obras que estão em domínio público. O usuário pode navegar pela página de New Arrivals, a procura das obras mais recentes adicionadas à loja, ou pelo Free Classics, com obras gratuitas. Estão disponíveis títulos gratuitos e pagos, mas apenas os usuários residentes nos Estados Unidos podem comprar livros por enquanto, segundo a empresa.
Fonte: Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro



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O objetivo do Edital 68/2010 é apoiar e incentivar a editoração e a publicação de periódicos científicos brasileiros, em todas as áreas do conhecimento, de forma a contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico do país. As revistas com acesso aberto, divulgadas por meio eletrônico na Internet, ou de forma impressa e eletrônica simultaneamente serão priorizadas. Os interessados têm até 08 de dezembro para submeter às inscrições.
As propostas aprovadas serão financiadas no valor estimado de R$ 6 milhões. A iniciativa é do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), do CNPq, do Ministério da Educação (MEC) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Os projetos devem ser encaminhados ao CNPq exclusivamente por meio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas.
O periódico precisa ser mantido e editado por instituição, associação ou sociedade científica brasileira, sem fins lucrativos; estar indexado pelo menos na base de dados SciELO, ou estar classificado no Qualis da CAPES como B2, na área ou subárea do conhecimento para a qual esteja se candidatando. Além disso, o periódico deve estar indexado em bases relevantes e reconhecidas pela comunidade científica e tecnológica e estar efetivamente indexado, não apenas figurando em coleções como banco de dados ou bibliotecas.
Deve possuir abrangência nacional e internacional quanto a autores, corpo editorial e conselho científico; adotar política editorial estrita de revisão por pares; ter mais de 80% de artigos científicos, ou técnico-científicos publicados e gerados a partir de pesquisas originais, não divulgadas em outras revistas; ter circulado de forma regular em 2008 e 2009, entre outras características.
O proponente, responsável pela apresentação da proposta, deve possuir o título de doutor e ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes, ser obrigatoriamente o coordenador do projeto e ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto. Cada candidato poderá apresentar apenas uma proposta. A divulgação dos resultados e o início das contratações estão previstos para acontecer a partir da segunda quinzena de dezembro.
Para mais informações: http://www.cnpq.br/editais/ct/2010/068.htm
Fonte: Portal CNPQ
Data do acesso: 03/12/2010
SciELO lança portal que disponibiliza obras, artigos e documentos históricos sobre a biodiversidade brasileira (WIkimedia)
por Alex Sander AlcântaraO conhecimento produzido no Brasil sobre a sua biodiversidade ganhará mais visibilidade. O motivo é o Portal BHL ScieLO, que disponibiliza com acesso livre milhares de obras, artigos, mapas e documentos históricos sobre a biodiversidade brasileira.
Lançado oficialmente na quarta-feira (1º/12), o serviço é parte do projeto “Digitalização e publicação on-line de uma coleção de obras essenciais em biodiversidade das bibliotecas brasileiras”, conduzido pelo programa SciELO, biblioteca eletrônica virtual de revistas científicas mantida pela FAPESP em convênio com o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme).
O projeto conta com a participação do programa Biota-FAPESP, da Biblioteca Virtual do Centro de Documentação e Informação da FAPESP, do Ministério do Meio Ambiente, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP) e da Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo.
De acordo com Abel Packer, coordenador operacional do programa SciELO, a BHL SciELO possibilitará o fortalecimento da pesquisa científica em biodiversidade.
“O Brasil tem uma produção científica de destaque nessa área, mas que hoje assume também uma dimensão política e econômica internacional com todas as discussões sobre mudança climática e preservação de espécies”, disse à Agência FAPESP.
Segundo Packer, o novo portal já reúne volume suficiente de arquivos para atender às demandas de pesquisadores e demais interessados. “Contamos até o momento com cerca de 110 mil registros digitalizados: artigos, mapas e obras de referências históricas da biodiversidade brasileira”, explicou.
O portal integrará a rede global The Biodiversity Heritage Library (BHL), consórcio que reúne os maiores museus de história natural e bibliotecas de botânica no mundo, como a Academy of Natural Sciences e o American Museum of Natural History, nos Estados Unidos, e o Natural History Museum, na Inglaterra.
“A Austrália acabou de entrar e, agora, tanto a BHL Brasil como a BHL China farão parte dessa rede mundial que já conta com cerca de 130 mil obras e mais 32 milhões de páginas digitalizadas”, dise Packer.
No Brasil, a rede será composta por instituições como Biblioteca Nacional, Museu Nacional, Jardim Botânico do Rio Janeiro, Fundação Oswaldo Cruz, Instituto Butantan, Centro de Referência em Informação Ambiental (Cria), Bireme, Fundação Zoobotânica, Instituto de Botânica do Estado de São Paulo, Museu Paraense Emílio Goeldi e a USP.
“O objetivo é seguir o mesmo modelo da SciELO com a modalidade de acesso aberto com múltiplos sistemas de busca e indicadores bibliométricos, que tem propiciado maior visibilidade à produção científica dos países em desenvolvimento, principalmente os localizados na América Latina e Caribe. A ideia da BHL SciELO é que se estenda também para a América Latina”, contou Packer. O portal também traz notícias da Agência FAPESP e da revista Pesquisa FAPESP.
Produção brasileira
Ao levantar dados sobre a produção científica brasileira na área de zoologia, Rogério Meneghini, coordenador científico do Programa SciELO, disse ter ficado surpreso com a posição do Brasil na produção de artigos na área.
Com base no cruzamento de informações da Web of Science, base de dados da empresa Thomson Reuters, foram produzidos no mundo, entre 2007 e 2008, 23.903 artigos em zoologia. “O que mais chama a atenção é que o Brasil fica na quarta posição com 1.762 artigos, perdendo apenas para os Estados Unidos (7.649), Japão (2.233) e Inglaterra (1.762)”, disse.
Meneghini está concluindo a pesquisa “Projeto para avaliação do impacto de programas brasileiros de ciência e tecnologia”, que tem o apoio da FAPESP por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.
Outro destaque do estudo é que, entre as instituições globais de pesquisa na área de zoologia, a USP é a primeira da lista, seguida das academias de ciência da Rússia e da China e da Universidade de Kyoto, no Japão. “Existem áreas em que a produção brasileira está competindo em pé de igualdade. Um exemplo é a zoologia”, disse, destacando a Revista Brasileira de Zoologia.
Tiago Duque Estrada, gestor executivo do Biota-FAPESP na Universidade Estadual de Campinas, falou da experiência do Programa e novos desafios na nova fase do programa. Segundo ele, uma das frentes é disponibilizar dados sobre as pesquisas.
“A linha de base do Biota foi a publicação de sete volumes temáticos e da revista Biota Neotropica, do Atlas e também do Sistema de Informação Ambiental (SinBiota), que tiveram a função de mapear e divulgar o que já está disponível para a sociedade, governos e demais pesquisadores”, disse.
Em pouco mais de dez anos, o Biota contabilizou cerca de 113 mil registros, sendo 12 mil de espécies. “Um dos desafios agora é entender como a biodiversidade produz elementos e componentes químicos que podem ser patenteados e associados à cadeia produtiva existente na sociedade, mas ainda precisamos reunir mais dados”, disse ao falar do Biota Prospecta.
Participaram também do lançamento do portal Sueli Mara Ferreira, diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP, que falou dos desafios do acesso aberto na universidade, Dora Ann Lange Canhos, do Cria, que contou sobre a experiência da Lista de Espécies da Flora do Brasil, e Tiago Duque Estrada, gestor executivo do Biota-FAPESP na Universidade Estadual de Campinas, que falou das publicações do programa, da revista Biota Neotropica e do Sistema de Informação Ambiental (SinBiota).
BHL ScieLO: http://biodiversidade.scielo.br
Há, no Brasil, uma série de mitos sobre a educação, muitos deles fortemente enraizados e que servem, até mesmo, como base para a tomada de decisões políticas em escala nacional.
Um desses mitos é quanto ao custo supostamente alto de um estudante em uma instituição pública de ensino superior, quando comparado com valores típicos cobrados por instituições privadas. A conta que dá substância a esse mito corresponde a dividir o orçamento de uma universidade pública pelo número de estudantes. Mas isso é totalmente inadequado.
Para compararmos duas coisas devemos colocá-las no mesmo pé de igualdade. Para isso, devemos considerar dois aspectos importantes. Primeiro, é necessário ver o que está contemplado nos orçamentos das instituições públicas e privadas para que possamos comparar seus custos.
Segundo, precisamos saber o investimento por estudante em cada curso, pois instituições privadas concentram seus alunos naquelas áreas onde os investimentos por estudante são menores e, portanto, médias gerais podem esconder informações relevantes.
Assim, vamos estimar qual o investimento necessário para manter um estudante de graduação em uma universidade pública de qualidade, no caso a USP, considerando os diferentes tipos de cursos.
Inicialmente, devemos lembrar que boa parte do orçamento da USP corresponde a pagamentos de aposentadorias. Esses gastos têm que ser desconsiderados se queremos analisar os investimentos necessários para sua manutenção e, também, se o objetivo é a comparação com a realidade das instituições privadas, onde essas despesas são feitas pelos órgãos previdenciários.
Os cálculos foram feitos considerando-se os orçamentos das diferentes unidades, excluídos os pagamentos de aposentadorias. Os investimentos por estudante de graduação e de pós-graduação foram supostos iguais. Parte dos orçamentos das unidades que oferecem uma quantidade significativa de cursos para outras unidades foi transferida para essas últimas na proporção do número de disciplinas oferecidas (entre as unidades estudadas neste trabalho, o Instituto de Matemática e Estatística, IME, e o Instituto de Física, IF, fazem parte desse conjunto). O orçamento do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) foi distribuído pelas várias unidades da área de saúde na proporção do número de disciplinas de cada uma delas.
Considerou-se que metade dos orçamentos dos hospitais corresponde a atendimento da população e metade a investimentos educacionais. Esta última foi então rateada entre as várias unidades que utilizam os hospitais na proporção do número de disciplinas de cada uma delas.
As despesas dos órgãos centrais - descontadas as despesas da Editora da USP (Edusp) e metade das despesas da Coordenadoria de Comunicação Social (CCS) -, as despesas correspondentes a "Outras atividades" e metade dos orçamentos dos museus foram distribuídas pelas diferentes unidades na proporção dos respectivos orçamentos.
Não foram consideradas as despesas com sentenças judiciais. Da mesma forma, não foram considerados os orçamentos das unidades especializadas, uma vez que elas, embora fundamentais para o funcionamento de uma universidade de pesquisa e de alta qualidade educacional, se dedicam a atividades específicas.
Foram analisados os investimentos por estudante de três grupos diferentes de unidades. Um desses grupos é formado por unidades cujos laboratórios são bastante simples e de fácil manutenção: Instituto de Matemática e Estatística (IME), Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA).
O segundo grupo corresponde àquelas que têm laboratórios com equipamentos relativamente complexos: Escola Politécnica (EP), Instituto de Física (IF) e Instituto de Química (IQ).
O terceiro grupo corresponde a unidades com laboratórios de manutenção complexa e que incluem seres vivos: Faculdade de Medicina (FM), Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) e Faculdade de Odontologia (FO).
O investimento médio por estudante e por mês das unidades do primeiro grupo foi estimado em R$ 780,00. No caso do segundo grupo, o investimento médio foi de R$ 1.770,00. Para o terceiro grupo, obteve-se R$ 3.300,00.
Esses investimentos médios são equivalentes às mensalidades de muitas das instituições privadas nos mesmos tipos de curso e mesmo abaixo das mensalidades daquelas consideradas de boa qualidade. Apesar de os valores serem totalmente aceitáveis, devemos considerar que neles estão incluídos os vários serviços prestados por uma universidade pública nas áreas cultural, científica, artística. Se a essas contribuições para a sociedade fossem atribuídos valores monetários a serem descontados do investimento educacional, este último se mostraria ainda menor.
Se, ao invés de considerarmos os investimentos por estudante, considerássemos os investimentos por jovem formado, o resultado seria ainda mais favorável às públicas, onde as evasões são significativamente menores. Como as instituições públicas podem oferecer cursos de boa qualidade, nas áreas de conhecimento de que a sociedade precisa e nos locais geográficos adequados, os retornos social, econômico e cultural que propiciam são bem maiores do que os das instituições privadas.
Outros aspectos importantes a favor das instituições públicas incluem as possibilidades de iniciação científica e pósgraduação, as atividades esportivas e culturais, o atendimento à saúde, alimentação e moradia subsidiadas, ótimas bibliotecas, acesso imediato aos docentes, bom ambiente de estudo e atividades culturais complementares.
Cabe, portanto, a pergunta: por que o Brasil (e em particular o Estado de São Paulo) seguiu tão intensamente o caminho da privatização se ele é mais caro, menos eficiente e não responde adequadamente às necessidades do país?
Certamente, não por uma impossibilidade econômica da sociedade, que em última instância é quem financia o sistema educacional, seja ele público ou privado. Talvez seja uma consequência da doença que nos assolou - e a muitos outros países -, cujo principal sintoma é a privatização, até mesmo nas áreas de interesse social, qualquer que seja seu custo. (Jornal da USP, nº 910)
Fonte: JC e-mail 4148

O "Seminário sobre o desempenho dos periódicos brasileiros no JCR 2009" promoveu o debate sobre as características da crescente participação brasileira no índice que é uma das referências internacionais para medir o desempenho de periódicos científicos. Além disso, as consequências e contextos associados estiveram em discussão, entre eles, a importância da publicação das revistas online e em acesso aberto na coleção SciELO Brasil - caso de 80% dos periódicos do Brasil no JCR. O seminário foi realizado pela FAPESP, FapUNIFESP e FSP/USP. A BIREME/OPAS/OMS cooperou com a organização do evento
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Fonte:
Data: 30/11/2010
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A loja será lançada primeiramente nos Estados Unidos e para o restante do mundo no decorrer do primeiro trimestre de 2011, segundo Scott Dougall, diretor de produtos do Google em entrevista ao jornal.
Diversos vendedores independentes de livros já teriam começado a receber nas últimas semanas contratos com o Google, o que seria um sinal de que o serviço deve mesmo chegar em 2010.
De acordo com o jornal, a loja de livros teria um modelo diferente dos competidores como Amazon (com o Kindle) e iBookStore (da Apple). Em vez de focar as vendas através de um único canal online, o Google permitiria aos usuários adquirir as publicações de vendedores independentes.
Desta forma, o usuário poderia criar uma espécie de biblioteca online que seria vinculada a uma conta do Google e possibilitaria a leitura dos livros a partir de qualquer lugar e de qualquer dispositivo. (Monica Campi)
O lançamento do portal faz parte da campanha mundial “Una-se pelo fim da violência contra as mulheres”, convocada pelo Secretário-Geral da ONU Ban Ki-Moon.
O portal abriga fóruns de discussão, podcastings, redes sociais, vídeos e animações com situações do dia-a-dia, tais como a violência contra as mulheres se apresenta.
O evento contou com a presença de Maria da Penha, inspiradora da lei que leva seu nome, Luis Felipe Miranda presidente do Instituto Avon e a representante da UNIFEM-ONU, Rebecca Reichmann Tavares.
O lançamento do portal amplia a força Campanha “Fale Sem Medo- Não à violência doméstica”, do Instituto Avon, que se une ao movimento internacional “16 Dias de Ativismo contra a Violência de Gênero”.
Fonte: Catraca Livre
Data do acesso:01/12/2010
A WWF adotou uma medida virtual para impedir que as pessoas sejam seduzidas pelo botão "imprimir" e, assim, salvar árvores que seriam derrubadas para fabricação de papel. Para isso, a entidade criou um tipo de arquivo, cujo conteúdo não pode ser impresso.
No site "Save as WWF", basta baixar o software livre compatível com o novo formato de arquivo. Então, após criar um documento, basta optar pela opção "Salvar como WWF" e este ganhará automaticamente a extensão .WWF. "Isso evita impressões desnecessárias e ajuda a salvar as florestas da destruição", afirma a instituição.
Por enquanto só há versão do software para Mac, mas a WWF informa que em breve usuários de Windows também poderão baixá-lo (aqui).
