segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Kindle supera Harry Potter como produto mais vendido pela Amazon

Terceira geração de aparelho chegou ao mercado no final de agosto.
Empresa teve recorde histórico de encomendas em 28 de novembro.

Reuters
Novo Kindle será entregue a partir de 27 de agosto. 
Nova versão do Kindle chegou aos EUA no final de agosto. (Foto: Divulgação)
 
A varejista online Amazon afirmou nesta segunda-feira (27) que a terceira geração de seu leitor digital Kindle se tornou o produto mais vendido em toda a história da empresa.

O Kindle ultrapassou a marca de vendas do último livro da série do bruxo Harry Potter, até então o item mais vendido na Amazon.com. A companhia não revelou números de vendas do leitor digital.

A Amazon.com também informou que em 29 de novembro registrou recorde de encomendas em um único dia, com 13,7 milhões de pedidos em todo o mundo, ou o equivalente a 158 itens por segundo.



Mestrado e Doutorado terão mais 2 mil novas bolsas em 2011


Clique para ver todas as fotos de Mestrado e Doutorado terão mais 2 mil novas bolsas em 2011
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) anuncia um aumento de 2 mil novas vagas de mestrado e doutorado com vigência a partir de março de 2011. A medida representa um incremento de cerca de 10% no número de bolsas nessas modalidades, já que, atualmente, 19.765 estudantes são beneficiados. No total, o CNPq concede mais de 93 mil bolsas em várias modalidades, apoiando desde jovens pesquisadores com bolsas de Iniciação Científica até pesquisadores altamente qualificados, com a modalidade Produtividade em Pesquisa.

As novas bolsas serão concedidas aos cursos em forma de cotas. Vários critérios foram estabelecidos pelo CNPq para a distribuição das cotas, como o conceito do curso junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível (Capes), o desenvolvimento de atividades em consonância com as diretrizes do Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação (PACTI), número de alunos sem bolsa e sem vínculo empregatício e localização regional. As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste terão um mínimo de cotas garantidas, como parte de uma política governamental de diminuir as desigualdades regionais em ciência e tecnologia.

Os alunos interessados devem solicitar as bolsas dessas modalidades diretamente nas coordenações dos cursos em suas instituições, não ao CNPq. A duração da bolsa de Mestrado é de até 24 meses e a de Doutorado até 48 meses, improrrogáveis.

Alguns requisitos são exigidos dos candidatos à bolsa, como estar regularmente matriculado no curso de pós-graduação beneficiário de bolsas, dedicar-se integralmente às atividades acadêmicas e de pesquisa, não ser aposentado e não receber remuneração proveniente de vínculo empregatício ou funcional, concomitante com a bolsa do CNPq, exceto quando exercer atividades relacionadas a ensino e pesquisa.

Mais informações sobre bolsas em http://www.cnpq.br/normas/rn_06_017_anexo4.htm
Fonte: http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/327711.html

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010





A equipe da Biblioteca Central

deseja a todos os leitores do

blog

um Feliz Natal e

um Próspero 2011!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Portal revela os museus do RJ

Desvendando o legado histórico do Rio de Janeiro


Elena Mandarim
 Divulgação/UniRio
       
       O portal apresenta cerca de 300 museus do estado, mostrando suas
        relações com a localidade e os pontos de interesse de cada região
Durante o Encontro dos Museus do Rio, que ocorreu nos dias 14, 15 e 16 de dezembro no Museu Histórico Nacional, foi lançado o portal "Museus do Rio". Ele cumpre o objetivo de apresentar os resultados do projeto "Memória, Cultura, Transformação Social e Desenvolvimento: Panorama Museal do Estado do Rio de Janeiro",  contemplado no edital Pensa Rio, da FAPERJ. Segundo a antropóloga Regina Abreu, coordenadora do estudo e professora da Escola de Museologia e do programa de pós-graduação em Memória Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), o portal trará informações qualitativas dos museus, sempre apresentando a história de cada um deles relacionada ao contexto da região em que foi implantado. "A metodologia que adotamos promove uma etnografia dos percursos, que consiste em registrar as características locais e culturais ao longo dos caminhos percorridos. Nosso objetivo é mostrar que essas instituições são fonte de conhecimento e podem favorecer a inclusão social e o desenvolvimento sustentável", explica a coordenadora. Por meio do slogan "descubra um Rio de Janeiro que você ainda não conhece", o portal visa valorizar os museus do Rio de Janeiro, no momento em que o estado se prepara para receber a Copa do Mundo, as Olimpíadas, e a próxima reunião do International Council of Museums (ICOM), principal instituição dedicada ao fomento internacional da museologia. De acordo com Regina, a nova ferramenta virtual contém informações básicas para turistas, estudiosos e interessados na área museológica.
O portal oferece duas possibilidades de acesso: uma pelos percursos e outra pelas regiões. No primeiro, o internauta visualiza o percurso feito pela equipe de pesquisa e recebe dicas sobre as estradas e as cidades percorridas. Nessa opção, são apresentados apenas os museus visitados, sob a perspectiva social e antropológica do estudo. "Nossa preocupação foi sempre valorizar a relação do museu com seu meio, buscando evidenciar os ícones locais", diz Regina.
Na segunda possibilidade de acesso, o visitante recebe uma descrição geral da região, com curiosidades e dados históricos sobre as cidades. Nessa opção, há uma relação completa de todos os museus da localidade. "Essa parte de inventário está sendo muito bem feita pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). É um trabalho quantitativo que tem servido de base para muitas pesquisas", conta a pesquisadora.
Nas duas alternativas, pode-se acessar os museus para se ter informações históricas, além de sua localização, horários e serviços. Cada um deles é também retratado em um pequeno filme, de cinco minutos. "Os filmes mostram um pouco da relação do museu com sua cidade, contam sua história e apresentam seu acervo", diz Regina.
 Divulgação/UniRio
          
   O Museu de Arte Contemporânea (MAC), em Niterói, foi um dos
 museus visitados pela equipe de pesquisa da professora Regina  
A partir dos registros das viagens, nove documentários foram produzidos pela equipe da professora Regina, em parceria com o Ibram. Até 19 de dezembro, a TV NBR estará reproduzindo as filmagens, podendo reprisá-las aleatoriamente em sua programação. Esse material ainda foi desmembrado para produzir programas de 13 minutos que serão veiculados pela TV Alerj, toda sexta-feira, às 20h30, a partir do dia 17 de dezembro. "A UniRio e a TV Alerj firmaram um contrato para dar continuidade a essa programação. Assim, continuaremos a produzir documentários", conta a pesquisadora.



Para Regina, por meio da interatividade e da dinamicidade, o portal será constantemente alimentado. O site ainda disponibiliza um guia de cadastro para que os diretores dos museus preencham sempre que quiserem atualizar ou inserir informações. Há também uma página linkada com a comunidade, por meio de blogs, sugestões, comentários e oferta e procura de oportunidades nos museus. "Pensamos em criar um espaço para que estagiários e profissionais possam se comunicar com os museus e vice-versa", diz. Foi criado, ainda, um espaço exclusivo para disponibilizar os trabalhos científicos, assim como dissertações de mestrado e teses de doutorado na área de museologia e memória social e de patrimônio. "Os interessados poderão solicitar a inclusão de seus trabalhos. Temos o objetivo de criar um grande banco de dados, que sirva de base de novas pesquisas na área", diz Regina.
Futuro do Portal De acordo com a coordenadora do projeto, nesta primeira fase, o portal disponibiliza informações sobre os museus do interior do estado. A segunda etapa, com conclusão prevista para final de 2011, disponibilizará dados sobre os museus da cidade do Rio de Janeiro, que congregam cerca da metade dos trezentos museus do estado. "A nossa proposta a seguir é traçar percursos por bairros dentro da cidade do Rio de Janeiro. Há bairros, por exemplo, Botafogo e Centro, que concentram muitos museus", adianta Regina.
Segundo a pesquisadora, a ideia de começar pelo interior justifica-se pela pouca visibilidade dos museus fluminenses. "Muitas vezes, o visitante chega ao Rio de Janeiro e não tem a menor noção de que o interior do estado também guarda preciosidades históricas, um verdadeiro tesouro de memória e cultura. Afinal, o Rio, incluindo interior e capital, sediou quase todos os grandes momentos da história do Brasil", diz Regina.
 Divulgação/UniRio
        
         O Museu Casa da Hera, na região sul de Vassouras, é
      testemunho da riqueza e da prosperidade dos barões do café.
Para ela, muitos deles ainda são pérolas pouco conhecidas, como o "Museu do Surf", em Cabo Frio, resultado da coleção de um surfista apaixonado, que é capaz de narrar por meio de seus preciosos objetos minúcias da história internacional do surf. Há, também, o "Museu Casa da Hera" em Vassouras, testemunho da riqueza e do fausto dos barões do café. Ou ainda, o "Museu de Conchas", de Mangaratiba, resultado do esforço de um colecionador que conta a história das transformações do local por meio das conchas que foram desaparecendo e que ali jazem testemunhas de épocas de biodiversidades mais pulsantes. Para a antropóloga, os museus do Rio desempenham importante papel enquanto lugares de memórias coletivas, capazes de irradiar e potencializar conquistas para a inclusão social, a cidadania, a transformação social e o desenvolvimento sustentável em diferentes regiões. "Espalhados pelo estado, os museus são indícios de uma vitalidade histórica e memorável e constituem, hoje, espaços cada vez mais relevantes, que respondem ao nosso anseio por referências e elos com diferentes temporalidades", observa Regina.
Da Colônia à República, passando pelo Império, houve importantes processos em todas as regiões do estado do Rio de Janeiro, que tiveram repercussão nacional. É fácil entender, portanto, porque Regina afirma que os museus restaram como testemunhos e fontes de pesquisa de toda esta movimentação, o que faz deles um importante legado histórico.

Fonte: Boletim da Faperj
Data: 16/12/2010

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Brasil ganha banco de dados sobre novos tratamentos

No Rio, instituto investe na formação de cientistas e em estudos de doenças degenerativas, cardíacas e câncer.
Pessoas que sofrem de doenças crônicas, raras ou degenerativas têm agora um novo recurso para tentar achar uma solução para seus problemas de saúde.

Será inaugurado nesta quinta-feira (16/12), em Brasília, o Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (Rebec); um banco virtual com todos os estudos médicos feitos no país, que avaliam em humanos os efeitos de novos remédios e procedimentos como cirurgias, terapias de reabilitação e complementares.
O projeto permitirá a transparência e a divulgação das pesquisas, inclusive aquelas que falharam. Apesar de o principal objetivo do Rebec ser informar cientistas sobre os ensaios clínicos brasileiros, pacientes podem usar o site www.ensaiosclinicos.gov.br para acompanhar estudos em curso e contactar os responsáveis; e até para saber se há seleção para uma pesquisa, diz o médico Ricardo Gamarski, da Coordenação de Gestão do Conhecimento no Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) do Minstério da Saúde.

E o Rebec terá dados sobre os ensaios brasileiros em português. Como não havia uma plataforma para registro no país, nossos estudos eram registrados majoritariamente no Clinical Trials nos Estados Unidos e, portanto, só estavam disponíveis em inglês:

- Agora será mais fácil para os pacientes portadores de doenças raras, por exemplo, localizarem os ensaios em andamento aqui. Estimamos que teremos cerca de 200 ensaios registrados por ano.

O sistema incluirá os estudos em que a intervenção se mostrou ineficaz ou nociva.

- Os estudos serão registrados independentemente de seus resultados - diz. O repositório é resultado de parceria entre o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz junto à Organização Pan-Americana de Saúde e Organização Mundial de Saúde, e ao Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIRE - ME/OPAS/OMS). E ele usa o sistema OpenTrials no qual os dados podem ser exportados para a International Clinical Trials Registry Platform.

Outro projeto - lançado na terça-feira (14/12) no Rio - que ajudará a melhorar a qualidade de vida de quem sofre de doenças graves é o Instituto Huma - Desenvolvimento Tecnológico para a Humanidade. Sua proposta é investir em tecnologias e capacitar profissionais para atuarem na pesquisa de problemas de saúde complicados ou ainda sem tratamento -- como epidermolise bolhosa (doença grave de pele), males cardíacos, derrames, pseudoartrose, esclerose múltipla e câncer. O Huma ainda prestará assistência a pacientes, como cardiopatas.

Para estimular a pesquisa de novos tratamentos, o Huma - entidade filantrópica e privada - fará parcerias com universidades e instituições brasileiras e estrangeiras. Segundo o Secretário municipal de Saúde, Hans Fernando Dohmann, que participa do projeto; num primeiro momento, as áreas que receberão maior atenção são cardiologia, neurologia, ortopedia/reumatologia, dermatologia e medicina desportiva.

- Uma área de grande interesse é a biotecnologia. Já em 2011 devemos ter os primeiros resultados na pesquisa em engenharia de tecidos - diz. - A terapia genética também deve avançar no país com a criação do Instituto. A medicina esportiva é importante, já que estamos formandos novos atletas visando as Olimpíadas de 2012.

Por enquanto, o Huma tem apenas um espaço virtual, mas o projeto inclui a construção de um espaço físico, incluindo laboratório para testar os estudos brasileiros. E a instituição manterá programas de residência médica, cursos de pós-graduação e de extensão realizados em parceria com centros de referência aqui e no exterior.
(Antônio Marinho)
(O Globo, 15/12)

Fonte: JC e-mail 4158
Data: 15/12/2010

Disponível versão eletrônica do livro sobre Recursos Florestais da Caatinga

Está disponível no site do Serviço Florestal Brasileiro (www.florestal.gov.br) a versão eletrônica do livro "Uso Sustentável e Conservação dos Recursos Florestais da Caatinga", lançado no último mês de novembro, em Recife (PE)

A publicação reúne artigos técnico-científicos resultados de 25 anos de pesquisa, considerando a relevância do manejo sustentável das florestas da Caatinga para o desenvolvimento econômico e social do Semiárido, bem como, sua influência sobre os meios de vida da população.

O link direto para a publicação é: http://www.mma.gov.br/estruturas/sfb/_arquivos/web_uso_sustentvel_e_conservao_dos_recursos_florestais_da_caatinga_95.pdf
(Assessoria de Comunicação do Insa)

Fonte: JC e-mail 4158
Data: 15/12/2010

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Educação está "menos pior" no Brasil, diz 'The Economist'

Edição da revista inglesa que chega às bancas nesta sexta-feira, dia 10, traz reportagem sobre a situação da educação brasileira
"Não mais o pior da turma", em tradução livre, é o título da reportagem publicada na revista inglesa "The Economist". O texto começa citando dados da Organização para a Cooperação e do Desenvolvimento (OCDE) referentes à última edição do Pisa, divulgados na última quarta-feira, dia 7.
A revista destaca que melhorias verificadas no país entre 2000 e 2010 mereceram atenção da OCDE, que escolheu o país para um estudo de caso. Com dados e mais comparações com outros países latino-americanos, a reportagem prossegue mostrando que as coisas melhoraram, mas seguem mal.
Leia o texto no site da revista:
http://www.economist.com/node/17679798?story_id=17679798&fsrc=rss

Fonte: JC e-mail 4155
Data: 10/12/2010

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A biblioteca universitária na encruzilhada

Palestra proferida pelo professor Murilo Cunha por ocasião da abertura do último Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias.

Este trabalho aborda os principais desafios que estão sendo enfrentados pelas bibliotecas universitárias brasileiras. São desafios complexos que exigem muita atenção por parte dos gestores das bibliotecas para poderem atravessar uma verdadeira encruzilhada. Inicialmente, é analisado o contexto do ensino superior no Brasil, o crescimento no número de instituições de ensino superior e do alunado nos níveis de graduação e de pós-graduação. Em seguida são vistos a missão da biblioteca universitária; o acervo, enfatizando as conseqüências da introdução do livro eletrônico e o surgimento de um novo acervo ligado à dados científicos (e-science); o espaço físico da biblioteca; os produtos e serviços, enfatizando a referência digital, o repositório eletrônico; as inovações e tecnologias que afetam a unidade de informação e, por último, a importância da cooperação bibliotecária como elemento facilitador para a absorção dessas mudanças.

O artigo pode ser acessado no URL mencionado abaixo

http://www.datagramazero.org.br/dez10/F_I_art.htm

Fonte: O autor por email
Data: 10/12/2010

Revista inTolerância é lançada

O Laboratório de Estudos sobre Intolerância (LEI), da Universidade de São Paulo (USP), lançou o primeiro número da revista inTolerância. Abrigada no Portal Rumo à Tolerância, www.rumoatolerancia.fflch.usp.br/node/2683, a revista será semestral e trará um dossiê temático a cada edição.
Segundo os editores, a revista abre espaço para artigos, resenhas, entrevistas e documentos históricos com a perspectiva de enriquecer o debate sobre a tolerância e intolerância na área das humanidades, nas artes e na cultura.
Na primeira edição, a revista traz o dossiê Tolerância e Direitos Humanos: Diversidade e Paz com textos que versam sobre Iluminismo, democracia, globalização, entre outros assuntos.
Além de resenhas e uma entrevista, o veículo traz uma análise do documento Convention on the Prevention and Punishment of the Crime of Genocide, assinado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948. O texto é comentado por Samuel Feldberg, professor de Relações Internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco.
Entre os membros do conselho consultivo da revista estão Celso Lafer, presidente da FAPESP, Dalmo de Abreu Dallari, professor emérito da Faculdade de Direito da USP, e Sérgio Paulo Rouanet, filósofo e membro da Academia Brasileira de Letras.
A USP anunciou, em setembro, o projeto do Museu da Tolerância, que será construído na Cidade Universitária na capital paulista. O museu estará vinculado ao Laboratório de Estudos sobre Intolerância e seguirá um conceito diferente dos museus tradicionais.
Será o primeiro do gênero na América Latina voltado também para a educação lato sensu. A previsão é que no prazo de um ano as obras sejam iniciadas.
Mais informações sobre a revista: http://www.rumoatolerancia.fflch.usp.br/files/inTolerancia_ano1_vol1_n1_2010%20%281%29.pdf

Fonte: Agencia Fapesp
Data: 10/12/2010

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Sotheby's leiloa livro por mais de 7 milhões de libras em Londres

Existem apenas 11 cópias de 'Birds of America' em mãos privadas.
Valor foi o maior já pago por um livro impresso.

Da EFE
Em um leilão em Londres na noite de terça-feira (7), a primeira edição de "Birds of America" ("Aves da América"), de John James Audubon, alcançou o valor de mais de 7 milhões de libras, o maior já pago por um livro impresso.

O comprador do livro na Sotheby's foi um marchand londrino, que ofereceu o valor recorde pelos quatro volumes da primeira edição de "Birds of America", da qual existem apenas 11 cópias em mãos privadas, enquanto os 108 exemplares restantes pertencem a museus, bibliotecas e universidades.
Página do livro 'Birds of America', que foi leiloado por mais de 7 milhões de libras
Página do livro 'Birds of America', que foi leiloado por mais de 7 milhões de libras (Foto: Reuters)

Audubon (1785-1851) é um dos personagens mais importantes da história natural, com trabalho que inspiraria diversas gerações de ornitólogos. O próprio Charles Darwin, pai da teoria da evolução das espécies, cita o autor três vezes em "A origem das espécies".

O livro pertencia à coleção do segundo lorde Hesketh, um famoso bibliófilo que o adquiriu em julho de 1951 na Christie's por apenas 7 mil libras.
O comprador do livro na Sotheby's foi um marchand londrino; há apenas 11 exemplares de 'Birds of America' em mãos particularesO comprador do livro na Sotheby's foi um marchand londrino; há apenas 11 exemplares de 'Birds of America' em mãos particulares (Foto: Reuters)
No leilão, também foi arrematado por mais de 2 milhões de libras um "primeiro fólio" (primeira edição) das obras de William Shakespeare, publicado em 1623.
Fonte: G1
Data do acesso: 09/12/2010
Para quem estiver interessado o Sistema de Bibliotecas da UFRGS possui exemplares de edições mais recentes da obra.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Revolta da Chibata tem exposição on-line

Revolta da Chibata tem exposição on-line
Exposição do Arquivo Público do Estado reúne ilustrações, artigos e notícias de jornais e de revistas da época, além de atividades pedagógicas (Arq. Estado)
O Arquivo Público do Estado de São Paulo lançou uma exposição virtual sobre a Revolta da Chibata, que completou 100 anos em 2010.
A exposição para ser acessada pela internet contempla os principais momentos da Revolta, contexto histórico, motivos que levaram à deflagração do conflito e os desdobramentos do levante iniciado em 1910.
O conflito, também conhecido como Revolta dos Marinheiros, foi um movimento de integrantes da marinha do Brasil que culminou com um motim que se desenrolou em novembro de 1910 na baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, sob a liderança do marinheiro João Cândido Felisberto.
Maus-tratos, chibatadas, falta de qualidade na alimentação e a impossibilidade de formação de carreira provocaram a insatisfação dos marujos que decidiram se rebelar.
A exposição é dividida em nove salas que resgatam aspectos da história. Cada parte traz subtemas relacionados aos ideais republicanos, aos dias da Revolta na cidade do Rio de Janeiro, à cobertura jornalística e sua influência e ao desfecho do movimento, entre outros aspectos.
Entre os personagens centrais da Revolta da Chibata o destaque é o marinheiro João Cândido, líder do movimento.
Foram disponibilizados cerca de 230 ilustrações da imprensa da época, artigos e notícias de jornais e revistas. Além da exposição, o site traz propostas de atividades pedagógicas – com sugestões de exercícios por eixo temático – para serem trabalhadas em aulas de história, além de uma seleção de fontes para pesquisa.
Mais informações: http://www.arquivoestado.sp.gov.br/exposicao_chibata
Fonte: Agência Fapesp
Data:08/12/2010

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Google lança loja de livros eletrônicos com mais de 3 milhões de obras gratuitas

O Google lançou oficialmente nesta segunda-feira (6) sua loja de livros eletrônicos, a Google eBookstore. São mais de 3 milhões de obras gratuitas já disponíveis aos usuários, além das pagas. A loja é compatível com navegadores de internet convencionais e com aparelhos Android, iPhone, iPad e iPad touch, além dos e-readers da Sony e o Nook.

Assim, é possível usar diversos aparelhos para ler os livros. "Desenhamos o Google eBooks para que ser aberto. A maioria dos dispositivos com navegador moderno é compatível com Google eBooks, desde portáteis a netbooks, de tablets a smartphones", comentou no blog da companhia Abraham Murray, chefe do departamento Google Books. Google eBooks conta com um leitor no site de livros digitais e oferece o acesso a maior livraria existente na rede que combina exemplares digitalizados pelo Google desde 2004 junto de "centenas de milhares" de obras à venda.

Além do acesso pelo endereço da internet, o Google anunciou que sua livraria contará com aplicações específicas para Android e Apple, o que "tornará possível comprar e ler pelo mesmo aplicativo". "Muitos livros oferecerão a opção de selecionar o tipo de letra, tamanho, modo de leitura para dia e noite e o entrelinhas", disse Murray. Google eBooks memorizará a página na qual parou de ler e voltará a ela quando o usuário volte a se conectar, sem importar o dispositivo a partir do qual o faça.

LIVROS

O Google fez uma parceria com editoras e autoras para colocar os livros à disposição dos usuários. Estão na loja bestsellers e clássicos, o que inclui obras que estão em domínio público. O usuário pode navegar pela página de New Arrivals, a procura das obras mais recentes adicionadas à loja, ou pelo Free Classics, com obras gratuitas. Estão disponíveis títulos gratuitos e pagos, mas apenas os usuários residentes nos Estados Unidos podem comprar livros por enquanto, segundo a empresa.

Fonte: Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro
Publicado em 7/12/2010


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Dicas de marketing e tendências para bibliotecas e instituições sem fins lucrativos

Marketing tips and trends for libraries and non-profits
This post is based on an article written for law librarians, but I'm going to use that piece as a jumping-off point for a discussion that applies to all types of librarians.

A great colleague named Bryan Carson, who's both a lawyer and a librarian, pointed out an article from the American Bar Association's "ABA Journal" online called "Does It Pay to Hire a Law Firm Librarian?" Here's the beginning:

"If you were designing a law firm today, would you even have a library? I think many, including me, would answer, 'Probably not.' As long as the Internet exists, information that was in a law library will be available online. So why bother, right?

At the same time, would you have a law librarian?"

Of course, this got my attention. It's yet another instance of educated people not understanding our value, even in a professional setting. And it's further proof that we desperately need to promote our usefulness in the age of the internet. Further into the article, it said:

"In a recent survey, a small group of law librarians was asked to describe the value they bring to the organization. No one described anything similar to what is described above." (finding info, working w/ other departments) "In fact, several responses were along these lines: 'loyal, accurate, friendly and smart'; 'intelligent, hard-working, very efficient'; 'cataloging skills and knowledge', 'hard worker, always willing to help'."

Given these answers, it's no wonder that the author, a legal firm CEO, wondered whether law firms still needed librarians. Until recently, I thought that most degreed "special librarians" (those working in law, medical, financial, sci-tech, etc. companies) really understood how to communicate their value. But reading this article and others have made me reconsider and realize that the topic is definitely worth a post.

Anyone who is striving to communicate his or her value needs to do two major things:

1. refer back to their organizations' core work and mission / vision statements
2. speak in the language / lingo of that field / organization

Let me explain. First, any employee exists to serve a company's overall mission. While you may think that a janitor in a doctor's office works just to clean floors, in org-speak, he really works to clean floors to keep the doctor's office free of dirt and germs so the doc can treat patients safely and keep them from getting more sick. This is a very simplistic example, but you get the idea.

Likewise, any librarian works to serve the employer's mission, whether that mission is to heal the sick, to find legal decisions that support a case, or to teach college students to do good research.

To prove your importance to the bosses, you have to tie your work into the outcomes they need. The second step in doing this well is to use their terminology. So while you see your "cataloging skills" as vital, that term doesn't translate in a CEO's mind as essential to the org. A medical librarian should say something more like, "skills in finding and organizing information to serve the doctors when they need data to treat patients, determine treatments, and save lives." Any statement you make should relate directly to--and even use exact words from--the org's mission statement.

This seems to be a simple lesson, yet I'm constantly surprised at how often people ignore it. When questioned, they give answers that make sense to them, when instead they need to make sense to the person who asked, who probably has a different mindset and vocabulary.

In fact, such work has become an important project at the Special Libraries Association, called the SLA Alignment Initiative. The professional newsletter I edit, Marketing Library Services, featured two in-depth articles on this topic early in 2010.** Written by longtime SLA member Richard Hulser, they explain how the project began and that "SLA leaders talk about alignment as being a 'game change,' focusing on expressing the identity and the value of the information professional." For SLA, this is an in-depth, well-researched, multi-year initiative, and I can't explain it all in this post. (But you can check the website for info & updates.) Some of the early findings were that the word "librarian" sends a mixed message, and that while info pros value accountability and service, they need to "focus on promoting their value-driven benefits rather than be defensive about shortcomings or what would happen without them." This jibes with the ABA article and its many comments, which also show that librarians are not making their value clear to the people in charge.

So, coming back to the article about law librarians... the author revealed at the end that it was sort of tongue-in-cheek, and that he wasn't picking on us. It didn't really appear that way to me, nor did it to many of the info pros who left defensive comments. (Communication skills really matter!!) Author intentions aside, if he had truly understood the services & value that law librarians provide, he probably wouldn't have used them as his example for his "add value to the enterprise or become irrelevant" lesson. And in my correspondence with colleague Bryan Carson, he said something insightful: "I believe strongly that professional identity, stereotypes, and library funding are all tied together. They have much to do with how we sell ourselves and how we explain why we are important."

So next time someone asks why you still matter in the age of the internet, answer thoughtfully, using words that will make sense to whomever you're talking with. Otherwise, people will just keep asking the question and never understanding why libraries and librarians are still essential.

**The two articles in MLS newsletter are not available online; you have to subscribe or order back issues from custserv@infotoday.com. Here are the cites:

"Marketing Our Value: The SLA Alignment Initiative," by Richard P. Hulser. March/April 2010, pgs. 1-4.
"SLA Alignment's Five Steps for Rebranding and Communicating Change," by Richard P. Hulser. May/June 2010, pgs. 1-3.

Fonte: Themwordblog
Data: 02/12/2010 

O telhado verde da Biblioteca Pública de Vancouver

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Ainda que seja um projeto antigo, o edifício da Biblioteca Pública de Vancouver é um ícone entre as edificações que receberam os telhados verdes. O projeto, financiado pela cidade de Vancouver, foi dos arquitetos Moshe Safdie, Richard Archambault e Barry Downs, após vencerem concurso internacional. Tendo iniciado em 1993, a Biblioteca foi aberta ao público em 1995.
A Praça da Biblioteca ocupa um quarteirão da cidade na expansão para o leste do centro histórico e inclui o ícone de nove andares da Biblioteca, a Torre de Escritórios do Governo Federal e um complexo que abriga lojas e creche.
Lembrando o Coliseu de Roma, a Biblioteca Pública de Vancouver é uma caixa retangular rodeada por uma parede colunada, em forma elíptica, com áreas de leitura e estudo, que são acessadas por pontes sobre poços de luz natural. A fachada interna da biblioteca é de vidro, dando vista para um pátio fechado formado por uma segunda parede elíptica.
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As janelas, do chão ao teto, oferecem luz natural e uma visão de quase 360 graus do entorno da cidade. O pátio serve como entrada principal para a biblioteca e local para a realização de eventos públicos. Área de estacionamento com mais de 700 vagas para carros e bicicletário estão localizados no subsolo.
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A paisagista Cornelia Oberlander projetou o telhado verde semintensivo que cobre o edifício. Ela trabalhou com o arquiteto Moshe Safdie e, embora projetado para combater as emissões de CO2, esta aplicação é um excelente exemplo de alguns dos benefícios puramente estéticos no sentido de aliviar o visual dos edifícios urbanos.
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Os 21 andares da Federal Tower, parte do complexo que engloba a Biblioteca, oferece vista para o telhado verde, localizado no nono andar. Gramíneas (festuca ovina glauca) em tonalidades azuis e verdes e Kinnikinnick (Arctostaphphylos uva ursi), uma cobertura nativa de solo, foram plantadas para representar o Rio Fraser que flui através das montanhas e serpenteia ao redor do distrito regional da Grande Vancouver.
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Segundo a paisagista, “as plantas refletem as mudanças nos padrões de luz e sombra”. Mais de 16.000 mantas de grama e 26.000 coberturas de solo foram plantadas em majestosas curvas dentro de suportes de cultura de 14 polegadas cada um. Embora este teto verde tenha sido instalado com um sistema de irrigação de baixa intensidade (utilizado no primeiro ano e, semanalmente, durante as secas), ele não exige adubação ou poda. As gramíneas são reviradas no final do inverno. Bordos japoneses (Acer “Morgan”) foram plantados abaixo do 8º andar, ao longo de uma praça ao ar livre, adicionando outra camada de profundidade e criando um inesquecível anel parcial de cores que mudam de acordo com as estações. O telhado não é acessível ao público.
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O departamento de Obras Públicas e Serviços Governamentais do Canadá (PWGS) iniciou um estudo sobre as Melhores Práticas de Gestão e métodos de Desenvolvimento de Baixo Impacto em parceria com a empresa Kerr Wood Leidal Associates Ltd. para realizar o acompanhamento, ao longo de um ano, do projeto de telhado verde da Biblioteca Pública de Vancouver. O objetivo do projeto foi avaliar o desempenho do telhado durante as estações seca e chuvosa (condições saturadas e não-saturadas). Em 2004, após um ano do programa de monitoramento do escoamento das águas pluviais, ficou demonstrado uma redução de 48% no volume de enxurrada. O telhado verde também reduziu os picos de fluxo durante os eventos de tempestade de verão.
http://www.greenroofs.com/projects/pview.php?id=29
Vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=0wHjx5MGPdo

Fonte: Engenhariaearquitetura.com
Data do acesso: 06/12/2010

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Últimos dias para solicitar apoio à publicação de periódicos científicos

O objetivo do Edital 68/2010 é apoiar e incentivar a editoração e a publicação de periódicos científicos brasileiros, em todas as áreas do conhecimento, de forma a contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico do país. As revistas com acesso aberto, divulgadas por meio eletrônico na Internet, ou de forma impressa e eletrônica simultaneamente serão priorizadas. Os interessados têm até 08 de dezembro para submeter às inscrições.

As propostas aprovadas serão financiadas no valor estimado de R$ 6 milhões. A iniciativa é do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), do CNPq, do Ministério da Educação (MEC) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Os projetos devem ser encaminhados ao CNPq exclusivamente por meio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas.

O periódico precisa ser mantido e editado por instituição, associação ou sociedade científica brasileira, sem fins lucrativos; estar indexado pelo menos na base de dados SciELO, ou estar classificado no Qualis da CAPES como B2, na área ou subárea do conhecimento para a qual esteja se candidatando. Além disso, o periódico deve estar indexado em bases relevantes e reconhecidas pela comunidade científica e tecnológica e estar efetivamente indexado, não apenas figurando em coleções como banco de dados ou bibliotecas.

Deve possuir abrangência nacional e internacional quanto a autores, corpo editorial e conselho científico; adotar política editorial estrita de revisão por pares; ter mais de 80% de artigos científicos, ou técnico-científicos publicados e gerados a partir de pesquisas originais, não divulgadas em outras revistas; ter circulado de forma regular em 2008 e 2009, entre outras características.

O proponente, responsável pela apresentação da proposta, deve possuir o título de doutor e ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes, ser obrigatoriamente o coordenador do projeto e ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto. Cada candidato poderá apresentar apenas uma proposta. A divulgação dos resultados e o início das contratações estão previstos para acontecer a partir da segunda quinzena de dezembro.

Para mais informações: http://www.cnpq.br/editais/ct/2010/068.htm

Fonte: Portal CNPQ
Data do acesso: 03/12/2010

Acesso livre à biodiversidade

Acesso livre à biodiversidade

SciELO lança portal que disponibiliza obras, artigos e documentos históricos sobre a biodiversidade brasileira (WIkimedia)

por Alex Sander Alcântara

O conhecimento produzido no Brasil sobre a sua biodiversidade ganhará mais visibilidade. O motivo é o Portal BHL ScieLO, que disponibiliza com acesso livre milhares de obras, artigos, mapas e documentos históricos sobre a biodiversidade brasileira.

Lançado oficialmente na quarta-feira (1º/12), o serviço é parte do projeto “Digitalização e publicação on-line de uma coleção de obras essenciais em biodiversidade das bibliotecas brasileiras”, conduzido pelo programa SciELO, biblioteca eletrônica virtual de revistas científicas mantida pela FAPESP em convênio com o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme).

O projeto conta com a participação do programa Biota-FAPESP, da Biblioteca Virtual do Centro de Documentação e Informação da FAPESP, do Ministério do Meio Ambiente, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP) e da Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo.

De acordo com Abel Packer, coordenador operacional do programa SciELO, a BHL SciELO possibilitará o fortalecimento da pesquisa científica em biodiversidade.

“O Brasil tem uma produção científica de destaque nessa área, mas que hoje assume também uma dimensão política e econômica internacional com todas as discussões sobre mudança climática e preservação de espécies”, disse à Agência FAPESP.

Segundo Packer, o novo portal já reúne volume suficiente de arquivos para atender às demandas de pesquisadores e demais interessados. “Contamos até o momento com cerca de 110 mil registros digitalizados: artigos, mapas e obras de referências históricas da biodiversidade brasileira”, explicou.

O portal integrará a rede global The Biodiversity Heritage Library (BHL), consórcio que reúne os maiores museus de história natural e bibliotecas de botânica no mundo, como a Academy of Natural Sciences e o American Museum of Natural History, nos Estados Unidos, e o Natural History Museum, na Inglaterra.

“A Austrália acabou de entrar e, agora, tanto a BHL Brasil como a BHL China farão parte dessa rede mundial que já conta com cerca de 130 mil obras e mais 32 milhões de páginas digitalizadas”, dise Packer.

No Brasil, a rede será composta por instituições como Biblioteca Nacional, Museu Nacional, Jardim Botânico do Rio Janeiro, Fundação Oswaldo Cruz, Instituto Butantan, Centro de Referência em Informação Ambiental (Cria), Bireme, Fundação Zoobotânica, Instituto de Botânica do Estado de São Paulo, Museu Paraense Emílio Goeldi e a USP.

“O objetivo é seguir o mesmo modelo da SciELO com a modalidade de acesso aberto com múltiplos sistemas de busca e indicadores bibliométricos, que tem propiciado maior visibilidade à produção científica dos países em desenvolvimento, principalmente os localizados na América Latina e Caribe. A ideia da BHL SciELO é que se estenda também para a América Latina”, contou Packer. O portal também traz notícias da Agência FAPESP e da revista Pesquisa FAPESP.

Produção brasileira

Ao levantar dados sobre a produção científica brasileira na área de zoologia, Rogério Meneghini, coordenador científico do Programa SciELO, disse ter ficado surpreso com a posição do Brasil na produção de artigos na área.

Com base no cruzamento de informações da Web of Science, base de dados da empresa Thomson Reuters, foram produzidos no mundo, entre 2007 e 2008, 23.903 artigos em zoologia. “O que mais chama a atenção é que o Brasil fica na quarta posição com 1.762 artigos, perdendo apenas para os Estados Unidos (7.649), Japão (2.233) e Inglaterra (1.762)”, disse.

Meneghini está concluindo a pesquisa “Projeto para avaliação do impacto de programas brasileiros de ciência e tecnologia”, que tem o apoio da FAPESP por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.

Outro destaque do estudo é que, entre as instituições globais de pesquisa na área de zoologia, a USP é a primeira da lista, seguida das academias de ciência da Rússia e da China e da Universidade de Kyoto, no Japão. “Existem áreas em que a produção brasileira está competindo em pé de igualdade. Um exemplo é a zoologia”, disse, destacando a Revista Brasileira de Zoologia.

Tiago Duque Estrada, gestor executivo do Biota-FAPESP na Universidade Estadual de Campinas, falou da experiência do Programa e novos desafios na nova fase do programa. Segundo ele, uma das frentes é disponibilizar dados sobre as pesquisas.

“A linha de base do Biota foi a publicação de sete volumes temáticos e da revista Biota Neotropica, do Atlas e também do Sistema de Informação Ambiental (SinBiota), que tiveram a função de mapear e divulgar o que já está disponível para a sociedade, governos e demais pesquisadores”, disse.

Em pouco mais de dez anos, o Biota contabilizou cerca de 113 mil registros, sendo 12 mil de espécies. “Um dos desafios agora é entender como a biodiversidade produz elementos e componentes químicos que podem ser patenteados e associados à cadeia produtiva existente na sociedade, mas ainda precisamos reunir mais dados”, disse ao falar do Biota Prospecta.

Participaram também do lançamento do portal Sueli Mara Ferreira, diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP, que falou dos desafios do acesso aberto na universidade, Dora Ann Lange Canhos, do Cria, que contou sobre a experiência da Lista de Espécies da Flora do Brasil, e Tiago Duque Estrada, gestor executivo do Biota-FAPESP na Universidade Estadual de Campinas, que falou das publicações do programa, da revista Biota Neotropica e do Sistema de Informação Ambiental (SinBiota).

BHL ScieLO: http://biodiversidade.scielo.br

Fonte: Agência FAPESP
Data: 03/11/2020

Portal de Periódicos premia projetos em ciência da informação, administração e gestão

Prêmio é uma parceria da Capes com o Emerald Group Publishing Limited

Foi lançada nesta semana mais uma edição do Prêmio Emerald/Capes. A iniciativa pretende estimular o acesso e o uso do Portal de Periódicos e promover a pesquisa nas áreas de Ciência da Informação e Administração e Gestão com premiações no valor de R$ 5.295. As inscrições vão até o dia 16 de abril de 2011.

O prêmio é uma parceria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com o Emerald Group Publishing Limited. Aberto a todas as instituições usuárias do Portal de Periódicos, a premiação estrutura-se em duas categorias: ciência da informação e administração e gestão. A ideia é incentivar projetos nestas áreas que conciliem a disseminação do conhecimento com o desenvolvimento social aplicado à realidade brasileira.

As inscrições dos projetos devem ser realizadas on-line, na categoria Ciência da Informação, e na categoria Administração e Gestão. A previsão é de que os resultados sejam divulgados no dia 17 de junho de 2011. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 2022-6200 ou pelo e-mail cgpp@capes.gov.br

O edital pode ser lido em:

http://www.capes.gov.br/images/stories/download/editais/Edital68_Emerald2010.pdf

Portal de Periódicos

Lançado em novembro de 2000, o Portal de Periódicos da Capes é considerado uma biblioteca virtual que reúne conteúdo científico de alto nível, disponível à comunidade acadêmico-científica brasileira. Em dez anos, o acervo do Portal passou de 1.800 títulos de periódicos com texto completo, para mais de 24 mil títulos.

O número de instituições usuários foi multiplicado por quatro, passando de 72 instituições para 311, em 2010. Somente em 2009, foram contabilizados 23.386.833 textos completos baixados e 41.642.827 pesquisas as bases referenciais, totalizando 65.029.660 acessos ao conteúdo assinado, equivalendo a 178.000 acessos/downloads por dia.
(Assessoria de Comunicação da Capes)

Fonte: JC e-mail 4149
Data: 02/12/2010

'Science' destaca avanços da ciência brasileira

Reportagem a ser veiculada na edição desta sexta-feira expõe méritos e percalços para o avanço do conhecimento científico nacional

Fonte: JC e-mail 4149
Data: 02/12/2010
A revista norte-americana Science, um dos mais importantes veículos de comunicação do mundo, destaca, em sua edição de sexta-feira (3/12), a ciência brasileira. O texto, assinado por Antonio Regalado, aponta avanços relativos a produtividade acadêmica, novos programas de pesquisa e inauguração de centros de excelência, mas também critica as deficiências do sistema nacional de educação.
As experiências da Embrapa e da Petrobras no pré-sal são exemplos utilizados pela publicação para demonstrar o potencial de desenvolvimento brasileiro. Também são citados o crescimento do orçamento do Ministério da Ciência e os investimentos feitos pelo governo na área.
O projeto do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), idealizado pelo cientista Miguel Nicolelis, também é destaque na reportagem.
Por outro lado, há críticas sobre a pequena presença de empresas na produção de ciência. Apesar dos gastos governamentais e facilidades obtidas por alterações nas leis, a indústria nacional ainda investe pouco em inovação. Outro problema apontado pela revista é a concentração da produção científica no Sudeste do país.
A Science lembra que a Amazônia, centro da atenção internacional devido às florestas, possui somente três mil doutores - pouco para a importância da área. E recorda ainda a necessidade de olhar para a os primeiros degraus da pesquisa. "Apesar de suas crescentes ambições, o Brasil ainda precisa provar que pode fazer pesquisa básica em nível mundial", diz o texto.
Há críticas também ao que a Science chama de "regras de importação kafkianas".
A íntegra da reportagem pode ser lida a partir de sexta-feira no site da revista, apenas para assinantes: http://www.science.com/

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O custo do aluno na Universidade

artigo de Otaviano Helene

Otaviano Helene é professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) e ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Artigo publicado no "Jornal da USP":


"Como as instituições públicas podem oferecer cursos de boa qualidade, nas áreas de conhecimento de que a sociedade precisa e nos locais geográficos adequados, os retornos social, econômico e cultural que propiciam são bem maiores do que os das instituições privadas"

Há, no Brasil, uma série de mitos sobre a educação, muitos deles fortemente enraizados e que servem, até mesmo, como base para a tomada de decisões políticas em escala nacional.

Um desses mitos é quanto ao custo supostamente alto de um estudante em uma instituição pública de ensino superior, quando comparado com valores típicos cobrados por instituições privadas. A conta que dá substância a esse mito corresponde a dividir o orçamento de uma universidade pública pelo número de estudantes. Mas isso é totalmente inadequado.

Para compararmos duas coisas devemos colocá-las no mesmo pé de igualdade. Para isso, devemos considerar dois aspectos importantes. Primeiro, é necessário ver o que está contemplado nos orçamentos das instituições públicas e privadas para que possamos comparar seus custos.

Segundo, precisamos saber o investimento por estudante em cada curso, pois instituições privadas concentram seus alunos naquelas áreas onde os investimentos por estudante são menores e, portanto, médias gerais podem esconder informações relevantes.

Assim, vamos estimar qual o investimento necessário para manter um estudante de graduação em uma universidade pública de qualidade, no caso a USP, considerando os diferentes tipos de cursos.

Inicialmente, devemos lembrar que boa parte do orçamento da USP corresponde a pagamentos de aposentadorias. Esses gastos têm que ser desconsiderados se queremos analisar os investimentos necessários para sua manutenção e, também, se o objetivo é a comparação com a realidade das instituições privadas, onde essas despesas são feitas pelos órgãos previdenciários.

Os cálculos foram feitos considerando-se os orçamentos das diferentes unidades, excluídos os pagamentos de aposentadorias. Os investimentos por estudante de graduação e de pós-graduação foram supostos iguais. Parte dos orçamentos das unidades que oferecem uma quantidade significativa de cursos para outras unidades foi transferida para essas últimas na proporção do número de disciplinas oferecidas (entre as unidades estudadas neste trabalho, o Instituto de Matemática e Estatística, IME, e o Instituto de Física, IF, fazem parte desse conjunto). O orçamento do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) foi distribuído pelas várias unidades da área de saúde na proporção do número de disciplinas de cada uma delas.

Considerou-se que metade dos orçamentos dos hospitais corresponde a atendimento da população e metade a investimentos educacionais. Esta última foi então rateada entre as várias unidades que utilizam os hospitais na proporção do número de disciplinas de cada uma delas.

As despesas dos órgãos centrais - descontadas as despesas da Editora da USP (Edusp) e metade das despesas da Coordenadoria de Comunicação Social (CCS) -, as despesas correspondentes a "Outras atividades" e metade dos orçamentos dos museus foram distribuídas pelas diferentes unidades na proporção dos respectivos orçamentos.

Não foram consideradas as despesas com sentenças judiciais. Da mesma forma, não foram considerados os orçamentos das unidades especializadas, uma vez que elas, embora fundamentais para o funcionamento de uma universidade de pesquisa e de alta qualidade educacional, se dedicam a atividades específicas.

Foram analisados os investimentos por estudante de três grupos diferentes de unidades. Um desses grupos é formado por unidades cujos laboratórios são bastante simples e de fácil manutenção: Instituto de Matemática e Estatística (IME), Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA).

O segundo grupo corresponde àquelas que têm laboratórios com equipamentos relativamente complexos: Escola Politécnica (EP), Instituto de Física (IF) e Instituto de Química (IQ).

O terceiro grupo corresponde a unidades com laboratórios de manutenção complexa e que incluem seres vivos: Faculdade de Medicina (FM), Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) e Faculdade de Odontologia (FO).

O investimento médio por estudante e por mês das unidades do primeiro grupo foi estimado em R$ 780,00. No caso do segundo grupo, o investimento médio foi de R$ 1.770,00. Para o terceiro grupo, obteve-se R$ 3.300,00.

Esses investimentos médios são equivalentes às mensalidades de muitas das instituições privadas nos mesmos tipos de curso e mesmo abaixo das mensalidades daquelas consideradas de boa qualidade. Apesar de os valores serem totalmente aceitáveis, devemos considerar que neles estão incluídos os vários serviços prestados por uma universidade pública nas áreas cultural, científica, artística. Se a essas contribuições para a sociedade fossem atribuídos valores monetários a serem descontados do investimento educacional, este último se mostraria ainda menor.

Se, ao invés de considerarmos os investimentos por estudante, considerássemos os investimentos por jovem formado, o resultado seria ainda mais favorável às públicas, onde as evasões são significativamente menores. Como as instituições públicas podem oferecer cursos de boa qualidade, nas áreas de conhecimento de que a sociedade precisa e nos locais geográficos adequados, os retornos social, econômico e cultural que propiciam são bem maiores do que os das instituições privadas.

Outros aspectos importantes a favor das instituições públicas incluem as possibilidades de iniciação científica e pósgraduação, as atividades esportivas e culturais, o atendimento à saúde, alimentação e moradia subsidiadas, ótimas bibliotecas, acesso imediato aos docentes, bom ambiente de estudo e atividades culturais complementares.

Cabe, portanto, a pergunta: por que o Brasil (e em particular o Estado de São Paulo) seguiu tão intensamente o caminho da privatização se ele é mais caro, menos eficiente e não responde adequadamente às necessidades do país?

Certamente, não por uma impossibilidade econômica da sociedade, que em última instância é quem financia o sistema educacional, seja ele público ou privado. Talvez seja uma consequência da doença que nos assolou - e a muitos outros países -, cujo principal sintoma é a privatização, até mesmo nas áreas de interesse social, qualquer que seja seu custo. (Jornal da USP, nº 910)

Fonte: JC e-mail 4148
Data: 01/12/2010

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Guia da BVS 2011 está disponível para consulta



O Guia da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) 2011 expressa e socializa o estado atual da BVS, seus fundamentos conceituais, metodológicos e operacionais. O documento está disponível para consulta pública, análise e aportes da Rede BVS e Redes associadas até o dia 6 de janeiro de 2011. Esta fase de consulta pública é fundamental para a construção coletiva do documento que passará a ser referência para a Rede BVS
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Fonte: Newsletter BVS 103
Data: 01/12/2010

Seminário discute o desempenho dos periódicos brasileiros no JCR 2009


O "Seminário sobre o desempenho dos periódicos brasileiros no JCR 2009" promoveu o debate sobre as características da crescente participação brasileira no índice que é uma das referências internacionais para medir o desempenho de periódicos científicos. Além disso, as consequências e contextos associados estiveram em discussão, entre eles, a importância da publicação das revistas online e em acesso aberto na coleção SciELO Brasil - caso de 80% dos periódicos do Brasil no JCR. O seminário foi realizado pela FAPESP, FapUNIFESP e FSP/USP. A BIREME/OPAS/OMS cooperou com a organização do evento
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Fonte:
Newsletter BVS 103
Data: 30/11/2010

Google Editions chega este ano, diz jornal



Getty Images
Google Editions chega este ano, diz jornal

Livros digitais online deve chegar ainda este ano, de acordo com informações do jornal Wall Street Journal.

UE abre investigação contra Google por abuso de posição dominante

France Presse

Bruxelas - A Comissão Europeia, que regulamenta a concorrência na Europa, abriu nesta terça-feira uma investigação formal contra o Google por abuso de posição dominante na busca da informação on-line.

A comissão destacou ter tomado esta decisão depois de receber queixas de fornecedores de serviço de busca de informação on-line que acusam o Google de favorecer serviços e de prejudicar seus negócios.

Fonte: Correio Braziliense
Data: 30/11/2010

Direito da Mulher ganha espaço virtual

Dia 23/11 a Estação Pinacoteca recebeu o lançamento do portal “Violência contra as Mulheres- Quebre o Ciclo”. O projeto é uma iniciativa do UNIFEM e Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher- Parte da ONU Mulheres) e tem como alvo jovens e profissionais de Direito e Justiça.

O lançamento do portal faz parte da campanha mundial “Una-se pelo fim da violência contra as mulheres”, convocada pelo Secretário-Geral da ONU Ban Ki-Moon.

O portal abriga fóruns de discussão, podcastings, redes sociais, vídeos e animações com situações do dia-a-dia, tais como a violência contra as mulheres se apresenta.

O evento contou com a presença de Maria da Penha, inspiradora da lei que leva seu nome, Luis Felipe Miranda presidente do Instituto Avon e a representante da UNIFEM-ONU, Rebecca Reichmann Tavares.

O lançamento do portal amplia a força Campanha “Fale Sem Medo- Não à violência doméstica”, do Instituto Avon, que se une ao movimento internacional “16 Dias de Ativismo contra a Violência de Gênero”.

Fonte: Catraca Livre
Data do acesso:01/12/2010

WWF cria arquivo à prova de impressão


A WWF adotou uma medida virtual para impedir que as pessoas sejam seduzidas pelo botão "imprimir" e, assim, salvar árvores que seriam derrubadas para fabricação de papel. Para isso, a entidade criou um tipo de arquivo, cujo conteúdo não pode ser impresso.

No site "Save as WWF", basta baixar o software livre compatível com o novo formato de arquivo. Então, após criar um documento, basta optar pela opção "Salvar como WWF" e este ganhará automaticamente a extensão .WWF. "Isso evita impressões desnecessárias e ajuda a salvar as florestas da destruição", afirma a instituição.

Por enquanto só há versão do software para Mac, mas a WWF informa que em breve usuários de Windows também poderão baixá-lo (aqui).



Fonte: AdNews
Data: 01/12/2010

"Bibliotecário" ou "Motor de busca"



Esse cartoon de Dave Coverly mostra como a carreira de biblioteconomia está em constante mudança e como nós temos valor ainda nos dias de hoje.
Os mais apocalípticos anunciam o fim dos bibliotecários com as facilidades de busca dos "Googles" da vida. A Internet é, sem duvida, um mundo de informações fabuloso e de fácil acesso, mas sem estratégia, lógica e noção de relevância, a busca pode se tornar um cansativo caminho por um labirinto sem fim.
Por isso, a nossa amiga aposentou a placa de "Bibliotecária" por uma de "Motor de busca".

Fonte: BiblioComics
Data: 28/11/2010