Quando surgiu, no início dos anos 1990, a internet não comportava nenhuma interatividade com as informações que apareciam na tela. A primeira geração digital, ou web 1.0, era, em linhas gerais, “passiva” e acessada pelos usuários quase exclusivamente para obtenção de dados, como se fosse uma grande enciclopédia. Tempos depois, ela tornou-se uma via de mão dupla e passou a oferecer um leque variado de possibilidades interativas aos internautas. É nesse estágio, da web 2.0 – um termo proposto em 2004 pelo empresário norte-americano Tim O’Reilly –, que nos encontramos hoje. Mas os teóricos da tecnologia da informação já vislumbram para o futuro um terceiro estágio, a web 3.0, que será uma espécie de internet “inteligente”, em que programas intensificarão as interações entre eles para compor novos recursos e serviços em uma nova dimensão. Para esse cenário foi projetada na Universidade de São Paulo (USP) a Plataforma JamSession, ao mesmo tempo um ambiente de software para mediação e coordenação de serviços digitais e uma arquitetura computacional para construir agentes virtuais inteligentes, capazes de reagir às ações dos internautas.
O artigo completo está disponível em: http://www.revistapesquisa.fapesp.br/pdf/187/074-075-187.pdf
Fonte: Revista FAPESP edição 187
Data: 01/10/2011